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12/05/2024 às 8:33 • Atualizada em 12/05/2024 às 9:51 - há XX semanas | Autor: Da Redação

CRIME CIBERNÉTICO

PF investiga aplicativo que estimula pornografia infantil

App transparece um cenário virtual de diversos crimes reais

Além de pornografia e pedofilia, uma pesquisadora identificou outros crimes em mensagens com teor nazista, racista e que estimulam suicídio e atentado em escolas
Além de pornografia e pedofilia, uma pesquisadora identificou outros crimes em mensagens com teor nazista, racista e que estimulam suicídio e atentado em escolas -

Um aplicativo gratuito e de fácil acesso para jovens, disponível no PlayStore e AppStore está na mira da Polícia Federal por supostamente divulgar pornogradia infantil. O app transparece um cenário virtual de diversos crimes reais.

“Vídeos de crianças tendo relações sexuais com adultos, se sexualizando. É tudo explícito!!! Estou enojada”, disse um comentário sobre o aplicativo com classificação etária de 12 anos.

Conforme a coluna Guilherme Amado, do Metrópoles, em pouco tempo de navegação foi possível constatar venda de pornografia, menção a pedofilia, pedidos de fotos íntimas e outros conteúdos ilegais no aplicativo que se diz criado “para a geração Z [adolescente] compartilhar interesses, explorar comunidades e ser criativa”. A plataforma é da empresa Supersymmetry, de Singapura.

Ainda segundo a coluna, depois de uma busca, sendo possível baixar gratuitamente, o sistema tem uma temática espacial, em meio a planetas, estrelas e raios e estimula o uso de desenhos e apelidos no perfil de cada usuário.

Basta informar uma idade, escolher um personagem infantilizado, um interesse como história em quadrinhos e um pseudônimo para começar a ter conversas privadas e coletivas que parecem não ter qualquer moderação por parte do aplicativo, explicou.

Foi possível ver de imediato, uma usuária, cuja foto é parte do rosto de uma adolescente, anunciando: “Vendo conteúdo para maiores de 18”, em linguagem cifrada, com números no lugar de certas letras. Alguns segundos depois, uma conversa privada foi aberta, e logo surgiu uma tabela de preços: R$ 7 para cinco fotos; R$ 10 para três fotos e um vídeo; R$ 25 para cinco vídeos e três fotos, entre outros, de acordo com relatos da coluna.

A usuária anônima enviou o link de um grupo público no Telegram com as “prévias”. “Se gostar, me chama para comprar”. As imagens mostram partes íntimas aparentemente de uma jovem. Além disso, a plataforma possibilita pesquisar grupos.

Procurada pelo Metrópole, a Supersymmetry, responsável pelo aplicativo, não respondeu, assim como o Google, a Apple e o Ministério da Justiça.

A Polícia Federal afirmou que tem investigações relacionadas ao sistema por “compartilhamento de material de abuso sexual infantil e discursos de ódio”. “Aparentemente, criminosos estão migrando de outras plataformas para esse aplicativo pela facilidade que este tem para criar contas e conectar os usuários com estranhos. É importante que a plataforma adote medidas e crie mecanismos proativos para detectar, banir e notificar condutas criminosas que ocorrem em sua rede”, disse a PF.

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