MORTO POR ASFIXIA
PRF nega punição à diretores pelo caso Genivaldo
A corporação afirma que a viagem dos dois já estava prevista para serem serem oficiais da PRF, nos EUA

A Polícia Rodoviária Federal nega que a demissão do diretor-executivo, Jean Coelho, e do diretor de inteligência da corporação, Allan da Mota Rebello, nesta terça-feira, 31, tenham relação com a morte de Genivaldo de Jesus Santos, de 38 anos, homem morto asfixiado dentro de uma viatura durante uma abordagem em Umbaúba (SE).
A companhia afirma que a viagem dos dois já estava prevista antes do assassinato de Genivaldo, pois eles foram nomeados para serem oficiais de ligação da PRF no Colégio Interamericano de Defesa, nos Estados Unidos.
Segundo a jornalista Andréia Sadi, colunista do G1, Coelho e Rebello haviam solicitado as dispensas há cerca de 10 dias, segundo a PRF, e elas só foram efetivadas agora por conta da burocracia.
O presidente Jair Bolsonaro (PL), está evitando fazer comentários incisivos sobre o assassinato de uma pessoa por agentes do governo federal dentro de uma viatura, por sufocamento, com uso de gás lacrimogênio e spray de pimenta.
Na primeira vez em que se manifestou sobre o caso, Bolsonaro disse que iria "se inteirar" sobre o assunto. Dias depois, o presidente disse que lamentava ocorrido e que Justiça deveria ser feita. Mas, ressaltou, sem exageros.
Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia.
Participe também do nosso canal no WhatsApp.
Compartilhe essa notícia com seus amigos
Siga nossas redes




