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Saúde diz que 42 indígenas morreram em terra yanomami neste ano

Doenças associadas à fome estão entre as principais causas

Da Redação
Por Da Redação
| Atualizada em
As mortes ainda podem aumentar, já que seis óbitos são investigados
As mortes ainda podem aumentar, já que seis óbitos são investigados -

O Ministério da Saúde informou que 42 indígenas morreram na terra yanomami somente neste ano. As principais causas dos óbitos foram desnutrição grave, diarreia e pneumonia, doenças associadas à fome. As informações foram repassadas pelo ministério à Folha, que publicou os números em reportagem publicada nesta quinta-feira, 2.

As mortes ainda podem aumentar, uma vez que seis óbitos estão sob investigação e não foram contabilizados nos dados do DSEI (Distrito Sanitário Especial Indígena) Yanomami, vinculado à pasta.

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Destas 42 mortes, quatro aconteceram no Hospital da Criança Santo Antônio, em Boa Vista. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, as mortes foram por desnutrição grave, uma por diarreia aguda e outra por pneumonia. Na unidade, 58 meninos e meninas yanomamis permaneciam internados no hospital.

Em janeiro, o governo federal declaração situação de emergência em razão de uma grave crise humanitária, sanitária e de saúde envolvendo os yanomamis.

De acordo com dados do DSEI repassados ao Condisi (Conselho Distrital de Saúde Indígena) dos Yanomami e Ye’kuana, foram registrados 1.181 óbitos em quatro anos do governo Bolsonaro, uma média de 24,6 mortes por mês.

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