A ARTE DA PAQUERA
Cantadas de Carnaval: qual é o melhor jeito de paquerar na folia
Foliões falam sobre o que funciona, o que não funciona e como manter o respeito e a diversão

Uma das maiores motivações dos foliões durante o Carnaval, principalmente os solteiros, é colocar em prática a arte da paquera, não à toa, a celebração é conhecida também como “a festa da carne”, onde o sagrado dá lugar ao profano. A partir disso, o A TARDE foi às ruas para entender a opinião do público sobre qual é a melhor forma de paquerar durante a folia.
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Para Vanessa, de 28 anos, moradora de Vera Cruz, na Ilha de Itaparica, a maneira mais efetiva é chegar e beijar, sem muita conversa. “Pra quê perguntar muito?”, questiona ela. Ainda segundo ela, os homens que frequentam o Circuito Dodô (Barra-Ondina) estão com pouca atitude, diferentemente dos foliões no Circuito Osmar (Campo Grande).

Já Leandro Santos, de 40 anos, morador de Sussuarana, afirmou que costuma chegar “devagarzinho”. “O segredo é conquistar devagarzinho. Eu sou baiano, mas gosto de chegar igual a mineiro, comendo pelas beiradas, na manha”, explicou ele, destacando o cuidado para não ofender ou importunar as mulheres na hora do cortejo.

Por sua vez, Fabiana Santana, de 41 anos, falou que aposta suas fichas na troca de olhares. “Eu acho que o jeito certo é troca de olhares. Me olhou demais é vapo”, disse ela em tom bem humorado. “Del Valle é suco, deu mole é vapo”, acrescentou.

Contudo, ela alertou para que o não pode ser feito na hora da paquera: “Não pode agarrar com força, se a mulher não quiser: não é não. A gente tem que respeitar, porque tem muita gente que só vem pra curtir mesmo e não vai paquerar.”
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