APROVA IDEIA
Durval Lelys defende novo circuito do Carnaval no CAB: "Tem que se ampliar"
Cantor comenta superlotação no circuito Barra-Ondina e garante que aceitaria cantar em outras áreas da cidade

Um dos nomes mais conhecidos do Carnaval de Salvador, Durval Lelys ressaltou que está aberto para cantar em um possível novo circuito da folia que a cidade possa receber nos próximos anos. O cantor declarou que apoia essa movimentação - que ainda está sendo discutida -, após a superlotação observada no trecho Barra-Ondina em 2024.
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Ao Portal A TARDE, nos bastidores do show Chame Gente, nesta quarta-feira, 12, o dono de hits como "Dança do Vampiro" e "Não Tem Lua" disse que sempre defendeu "a apliação como uma replicação dos locais de Carnaval". "Eu acho que o Carnaval baiano pode ser vários bolsões, como a gente até já tem. Já tem a Avenida (Campo Grande), a Barra e aí já existe um teste para ir para a Orla", opinou.
Lelys disse que chegou a sentar com Carlinhos Brown para criar na área do Comércio de Salvador "uma outra parte do Carnaval, que seria o Afródomo". "Ele ainda não vingou, mas é um plano", disse.
"Eu acho que o Carnaval tem que se ampliar e vejo vários lugares maravilhosos. O CAB [Centro Administrativo da Bahia] é um lugar espetacular para se fazer a festa", sugeriu o famoso, que explicou o motivo do CAB entrar em sua lista de "preferidos" para virar um circuito: "Eu, como arquiteto, vejo o metrô como a linha matriz de ligação entre o conforto, a segurança e o transporte".
Durval Lelys reflete sobre mudanças no Carnaval
Dono de uma carreira de mais de 40 anos, o artista garantiu que sempre esteve aberto às modificações envolvendo a folia: "A realidade do Carnaval são os testes, então a gente pode testar e ver se dá certo. Se não for tudo bem, é só recuar. Estamos abertos a ampliações e que a gente esteja realmente coerente com todos os problemas que envolvem essa decisão".
"Eu toco em qualquer lugar, no camarote, na pipoca, no bloco e até debaixo d'água", brincou. "Eu já passei por várias transformações. Meus primeiros blocos eram na Avenida, depois eu desci para a Barra e fui para os camarotes. Depois entrei na pipoca... fui um dos últimos a entrar na pipoca. Amei, já estou indo para o segundo ou terceiro ano. As oportunidades têm que ser agarradas", completou o músico.
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