POLÊMICA
Escândalo real: a série da Netflix acusada de romantizar a prostituição
Série foi acusada de romantizar a prostituição de menores de idade

Por Edvaldo Sales

A estreia da série ‘Baby’, que tem três temporadas e está disponível na Netflix, deu o que falar nas redes sociais. Primeiro, porque foi acusada de romantizar a prostituição de menores de idade. Além disso, o programa é vagamente baseado no caso conhecido como Baby Squillo.
Esse episódio da vida real abalou a Itália em meados dos anos 2000 e envolveu adolescentes de famílias ricas de Roma e uma rede de prostituição de luxo. A trama envolveu ainda políticos, advogados, empresários e até mesmo o marido da neta de Benito Mussolini em um esquema de prostituição juvenil.
Baby apresenta duas adolescentes italianas de 16 anos que vivem em Parioli, bairro nobre de Roma. Chiara (Benedetta Porcaroli) e Ludovica (Alice Pagani) são atraídas pelo sexo em troca de dinheiro e de presentes para manter um estilo de vida caro e para descarregar a raiva que têm dos pais e amigos.
Alvo de protestos
Na época do lançamento de Baby, em 2018, organizações detonaram a gigante do streaming. Em uma petição, a entidade nova-iorquina NCSE (sigla em inglês para o Centro Nacional Contra a Exploração Sexual) disse que "a Netflix parece virar as costas para a realidade da exploração sexual".
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A empresa de entretenimento foi acusada de "promover o tráfico sexual ao exibir Baby". O cancelamento foi pedido, mas não aconteceu.
Assista ao trailer de Baby:
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