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Levi Vasconcelos

Por Levi Vasconcelos

ACERVO DA COLUNA
Publicado quinta-feira, 10 de novembro de 2022 às 5:30 h | Autor:

Jerônimo vai herdar condições melhores que as de Rui, lá e cá

Com Lula lá, as portas estarão mais que abertas, escancaradas

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Em miúdos, ele terá condições bem mais favoráveis do que Rui Costa, que logo depois de empossado viu Dilma cair
Em miúdos, ele terá condições bem mais favoráveis do que Rui Costa, que logo depois de empossado viu Dilma cair -

Jerônimo Rodrigues foi ontem a Brasília dar as caras como governador eleito. Abrir portas, não. Com Lula lá, as portas estarão mais que abertas, escancaradas. Esse é o sentimento entre petistas e governistas baianos. Em miúdos, ele terá condições bem mais favoráveis do que Rui Costa, que logo depois de empossado viu Dilma cair, entrar na oposição com Michel Temer e mais ainda com Bolsonaro.

Se em Brasília terá trânsito livre, na Bahia terá um bom lastro. Logo de saída, Manoel Vitório, o secretário da Fazenda, implantou Programa de Qualidade do Gasto, o que significou uma economia no custeio da máquina de R$ 9 bilhões entre 2015 e 2021.

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Projetos —Também entre 2015 e agosto deste ano a Bahia investiu R$ 22,8 bilhões, o segundo maior do país em investimentos, só superado por São Paulo, apesar das dificuldades impostas pelo governo federal, principalmente em operações de crédito.

Vitório, o piloto dessa obra, não recebe críticas externas e internamente é tão reconhecido que, ao que dizem, ou ele vai permanecer ou irá acompanhar Rui em Brasília, especialmente se o ainda governador baiano pegar um Ministério Executivo.

Jerônimo diz que dará prioridade a três obras arquitetadas na era do PT no poder, a Fiol, que é uma obra federal com imbricamentos estaduais, a ponte Salvador-Itaparica, que vai demandar investimentos estaduais da ordem de R$ 1,5 bilhão. E a reativação do Estaleiro de São Roque do Paraguaçu, que mais depende de ação política. Os ventos sopram a favor.

Sem Galvão e sem Gal Costa, os velhos baianos viram página

O capítulo da história cultural baiana que tem os Doces Bárbaros, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Gal Costa, mais os Novos Baianos no entorno, está sendo virado.

A morte de Gal Costa, ontem anunciada, bateu forte no mundo cultural baiano. E logo se disse que sem ela os Doces Bárbaros perdem uma fatia generosa da sua doçura.

Dia 22 passado já se foi Luiz Galvão, o arquiteto do grupo Novos Baianos. Hamilton Reis, um fã, diz que em fevereiro foi assistir no TCA ao show Gal canta Milton Nascimento, que acabaria sendo o último dela em Salvador.

— Deu pra notar que ela passou a maior parte do tempo parada, imóvel.

Nas aparições ontem na televisão, Maria Bethânia estava visivelmente abatida.

— Eu nunca pensei um dia chegar a vocês para falar sobre a dor de perder Gal.

Lista da OAB entra em pauta

O TJ-Ba marcou data para eleger a lista tríplice da OAB para a escolha do novo desembargador na vaga da entidade, entre os seis nomes mais votados pelos advogados.

A lista é composta pelos advogados Germana Pinheiro, Antonio Adonias, Carina Canguçu, Carlos Magnavita, Vivaldo Amaral e Josémita Rebouças.

Dos seis, o pleno do TJ elege três, manda para o governador, que escolhe um.

Nazaré aniversaria hoje mirando o mistério da ponte

Nazaré, uma das joias do Recôncavo baiano, completa hoje 172 anos com uma pulga atrás da orelha: será que vão ter ‘colagem’, como dizem, de entregar para uso público a ponte Eunápio Peltier de Queiroz, sobre o Rio Jaguaripe, interconectando o centro da cidade?

Reconstruída no início da década de 1950, após uma enchente, a ponte está interditada para veículos há mais de cinco anos. Agora, uma obra de recuperação está sendo feita ao custo de R$ 2,6 milhões, em vias de ser concluída, mas sem de fato ter sido realizada, conforme denúncia encaminhada ao TCM e ao MP por vereadores. O ex-vereador Jackson Torres diz que o melhor presente para Nazaré é a apuração dos fatos.

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