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O glamour no cacau não é só cá. Pela Europa afora tem também

Confira a coluna de Levi Vasconcelos deste sábado, 17

Publicado sábado, 17 de fevereiro de 2024 às 05:40 h | Autor: Levi Vasconcelos
Marcos Lessa: ‘Portugal também tem novela do Cacau’
Marcos Lessa: ‘Portugal também tem novela do Cacau’ -

Marcos Lessa, o idealizador do Festival do Chocolate, um projeto que nasceu em Ilhéus e se espalhou pelo mundo, diz que a novela Renascer é importantíssima, badalando a exuberância das belezas naturais da região num tempo em que a palavra de ordem no planeta é preservação ambiental.

— Mas cá a televisão de Portugal também está exibindo a novela Cacau, toda filmada em Itacaré. Tem uma história meio shakespereana, mas as imagens são encantadoras.

Marcos está em Portugal  alinhando as versões 2024 do Brasil Origem Week, uma iniciativa apoiada pelo governo, com chocolates e outras iguarias baianas, abril em Portugal; setembro na Bélgica;  outubro em Paris,  França; novembro em Madri,  Espanha; mas começando agora, de 14 a 17 de março, por Salvador.

Turismo —Para produzir o remake de Renascer, de Benedito Rui Barbosa, Bruno Luperi, neto do autor, que pilotou as pesquisas da nova versão, ouviu demoradamente Vanuza Barroso, a presidente da Associação Nacional dos Produtores de Cacau (ANPC).

— Já tocaram em problemas como o da importação, conforme conversamos. Espero que venha mais.

Lessa não foi ouvido, mas na primeira versão da novela, em 1993, aos 22 anos, trabalhou na produção e como figurante. Os dois dizem o mesmo, as novelas, aqui e  Portugal, são  positivas para o cacau e para o turismo.

E já que assim o é, Marcos lembra que em Portugal não se diz vamos tomar uma e sim vamos tomar uns copos. Que venham os copos.

Em São Francisco do Conde, o dono da refinaria pouco importa

Jean Paul Prates, presidente da Petrobras, disse em  conta no X (o antigo Twitter) que tem intensificado negociações com o Mubadala Capital, braço de investimentos do fundo soberano de Abu Dhabi, para adquirir uma parte ou recomprar a refinaria de Mataripe, em São Francisco do Conde, até o fim deste semestre.

Ao vender Mataripe em nome da privatização, Bolsonaro vendeu um monopólio que agora virou um problema, reajusta os preços conforme o mercado internacional enquanto a Petrobras nem sempre está nessa.

Em São Francisco, o radialista Átila Santana diz que a  única diferença é o preço do gás. — O povo chia muito. Outra coisa que mudou: antes saíam ônibus lotados de trabalhadores das terceirizadas. Hoje é mais fácil achar emprego em Minas do que aqui. Eu não sei por que, mas é assim que tem sido.

Uma pedida de R$ 400  milhões

Jerônimo está pedindo à Assembleia, em regime de urgência, autorização para contrair novo empréstimo de R$ 400 milhões, para cumprir o Plano Plurianual na área de Segurança.

O deputado Diego Castro (PL) diz que ‘Jerônimo só sabe pedir empréstimo’, mas o líder do governo, Rosemberg Pinto (PT), afirma que a Bahia tem alta capacidade de endividamento justamente porque Bolsonaro boicotou o estado.

Alagoinhas na espera de Jerônimo para se definir

Jerônimo Rodrigues está sendo esperado em Alagoinhas ainda este mês ou no início de março para anunciar uma obra importante, a construção do Hospital Regional, mas o que se aguarda é o viés político. Lá, o ex-prefeito Paulo Cezar (UB), que era governo e bandeou para a oposição, lidera as pesquisas e o prefeito Joaquim Neto (PSD), muito desgastado, lançou o advogado Gustavo Carmo, enquanto o PT mantém a candidatura do ex-vereador Radiovaldo Costa.

O PT lá nunca apoiou ninguém, e a expectativa é a de que Jerônimo mude a história. Dizem que se houver a união de Gustavo com o PT o jogo trinca. E é possível que dessa vez aconteça.

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