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MADE IN BAHIA

Ambiência tóxica é inversamente proporcional à alta performance

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Ernst Holsing Neto
Por
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Empreender nunca foi simples. Empreender na Bahia — e no Brasil — é, diariamente, um exercício de resiliência. Elevada carga tributária, juros altos, acesso restrito ao crédito, burocracia excessiva e instabilidade econômica impõem desafios que testam não apenas a estratégia dos negócios, mas, sobretudo, a maturidade da liderança. Em um ambiente ainda marcado por desigualdades regionais e gargalos estruturais, muitas empresas falham não apenas por fatores externos, mas por negligenciarem um ativo essencial: a cultura organizacional.

Ambientes tóxicos, marcados por pressão excessiva, comunicação falha e ausência de reconhecimento, dificilmente geram resultados sustentáveis. Pelo contrário, adoecem relações, reduzem o engajamento e comprometem a performance. Em mercados desafiadores como o baiano, equipes coesas, comprometidas e emocionalmente saudáveis são ainda mais determinantes. Resultados consistentes não nascem do medo, mas do pertencimento.

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Cultura não é discurso institucional. É prática diária. Está nas decisões, na postura da liderança, na escuta ativa e na forma como se constroem as relações dentro das organizações. Empresas são feitas de pessoas, e pessoas respondem diretamente ao ambiente que as cerca. Quando a liderança compreende isso, passa a enxergar o cuidado não como custo, mas como estratégia de crescimento, retenção de talentos e sustentabilidade do negócio.

Mesmo diante das limitações estruturais do estado, é possível — e necessário — escolher caminhos mais humanos. Valorizar colaboradores, criar ambiências saudáveis e investir em ações internas fortalecem a engrenagem do negócio. A integração entre diretoria, RH e marketing ajuda a construir vínculos reais, reduzir a rotatividade e manter a cultura viva, algo essencial em um mercado onde reter mão de obra qualificada é um desafio constante.

Celebrar datas como Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia da Mulher, Dia do Enfermeiro e Dia do Médico vai além do simbólico: é reconhecimento. Campanhas como Setembro Amarelo, Outubro Rosa e Novembro Azul reforçam o cuidado com a saúde física e emocional. Momentos de integração — aniversários da empresa, festas juninas, celebrações de Natal e ações culturais da identidade baiana — fortalecem o pertencimento.

No fim, tudo retorna à liderança. O sucesso pode ser coletivo, mas a responsabilidade de criar o ambiente onde ele floresce é intransferível. Empreender exige estratégia. Liderar exige humanidade.

No Grupo Supreme Saúde, colocamos em prática valores alinhados à realidade da Bahia e ao compromisso com quem faz a empresa acontecer todos os dias. Nós cuidamos de quem cuida.

*Socio no Grupo Supreme Saude

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Tags

Bahia cultura organizacional desafios empresariais empreendedorismo liderança saúde emocional

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