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Empresas Baianas em 2026: Quem planeja lidera, quem improvisa sobrevive

Confira a coluna Made In Bahia

José Roberto Oliveira*
Por Carlos Falcão
Imagem ilustrativa da imagem Empresas Baianas em 2026: Quem planeja lidera, quem improvisa sobrevive
Foto: Divulgação

À medida que 2026 se aproxima, as empresas baianas enfrentam um desafio crucial: Transformar sua criatividade e capacidade de adaptação em estratégias sólidas de crescimento. O mercado será cada vez mais competitivo, e a ausência de planejamento pode significar ficar para trás em um cenário de rápidas mudanças econômicas, tecnológicas e sociais.

O Planejamento Estratégico é um exercício de visão de futuro. Permite antecipar tendências, reduzir riscos e alinhar recursos para alcançar resultados consistentes. Para as empresas da Bahia, setores como turismo, agro, energias renováveis, economia criativa e tecnologia oferecem oportunidades, mas exigem gestão profissional e inovação. Um bom planejamento e orçamento para o próximo ano começa pela análise de cenário. Analisar o ambiente interno e externo é essencial para compreender riscos e identificar oportunidades. Em seguida, é hora de definir metas realistas e desafiadoras, acompanhadas de indicadores mensuráveis. O uso de ferramentas digitais e inovação nos processos devem ser vistos como prioridade.

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Um dos itens mais importante, sem dúvida, é a gestão de pessoas, equipes treinadas, motivadas e engajadas são a verdadeira base para executar bem qualquer planejamento. Investir em capacitação, comunicação e cultura de resultados aumenta as chances de sucesso, além disso as empresas precisam integrarem sustentabilidade e propósito em sua estratégia, assim estarão bem vistas pelos seus colaboradores e consumidores.

Para tornar o Planejamento viável, é recomendado a construção de cenários: (otimista, conservador e crítico), e sempre fazer revisão periódica do planejado.

Em 2026 não haverá espaço para improvisos e as empresas baianas têm energia criativa, talento e diversidade cultural como diferenciais.

Planejar não significa engessar, mas sim dar rumo, medir avanços e corrigir rotas.

A falta de planejamento resulta em desperdícios e desorganização. Com um bom planejamento, é possível prever riscos, alinhar objetivos e otimizar recursos. O Sumit Made in Bahia 2025 que acontecerá em novembro, e que tem o apoio da CIN Capital Intelectual, será uma ótima oportunidade para que os baianos debatam todos esses conceitos e se preparem melhor para o próximo ano que será desafiador.

Em ambientes de incertezas, quem improvisa, apenas sobrevive!

*Diretor da CIN - Capital Intelectual

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