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Made In Bahia

Por Agda Lima

ACERVO DA COLUNA
Publicado terça-feira, 07 de abril de 2026 às 2:48 h | Autor:

Mulheres líderes no mercado baiano e sua longevidade de carreira

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Agda Lima- CEO e Headhunter da Talento RH Executive Search & Outpla
Agda Lima- CEO e Headhunter da Talento RH Executive Search & Outpla -

Em um ambiente corporativo marcado por transformações constantes, a carreira deixou de ser linear e passou a representar uma construção contínua de identidade, posicionamento e escolhas estratégicas ao longo do tempo.

Nesse cenário, destaca-se um tema ainda pouco explorado: a longevidade das trajetórias executivas, especialmente das mulheres na Bahia e no Nordeste.

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Embora haja avanços significativos na presença feminina em posições de liderança, a sustentabilidade dessas carreiras ainda representa um desafio estrutural, muitas vezes invisível.

A trajetória feminina frequentemente exige maior adaptação, resiliência e consciência estratégica. Transições, redefinições e a constante necessidade de validação de competências tornam esse percurso mais complexo, demandando um reposicionamento contínuo para manter relevância ao longo do tempo.

Diante disso, o desenvolvimento de carreira torna-se decisivo. Gerir a própria trajetória exige leitura de contexto, fortalecimento da marca pessoal, construção de redes e clareza de propósito.

Executivas que constroem carreiras longevas tendem a se apoiar em três pilares: autoconhecimento, posicionamento e conexão. O autoconhecimento orienta decisões mais conscientes; o posicionamento transforma competência em influência; e as conexões ampliam oportunidades e sustentação no longo prazo.

Ao mesmo tempo, cresce nas empresas a compreensão de que promover a longevidade das lideranças femininas vai além da diversidade: trata-se de estratégia.

Ambientes diversos ampliam perspectivas, qualificam decisões e impulsionam a inovação.

Acelerar trajetórias implica no desafio que está em sustentá-las e valorizá-las. Isso envolve criar condições para que mulheres do estado evoluam, ocupem espaços de decisão e se reinventem ao longo dos diferentes ciclos da vida e da carreira.

Quando essa visão se integra à cultura mercadológica, surge uma mudança de paradigma: carreiras deixam de ser percursos de curto prazo e passam a ser jornadas consistentes e de impacto duradouro. Nesse contexto, ampliar não apenas a presença, mas a permanência feminina na liderança pode ser um importante vetor de transformação do futuro do trabalho no mercado baiano.

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