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Levi Vasconcelos

Por [email protected]

ACERVO DA COLUNA
Publicado domingo, 12 de dezembro de 2021 às 6:03 h • Atualizada em 29/12/2021 às 16:45 | Autor:

O cacau retoma o rumo da nova era, a do glamour, com chocolate

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Se imagine fazendo uma transação pagando em cripto moeda que tem como base o cacau. Tudo isso aos pés da maior árvore de Natal de chocolate (o fundo garantidor da moeda) do mundo, dois metros e meio de altura, mais de meia tonelada.

Isso vira realidade a partir de quinta, quando acontece, em Ilhéus, o 12º Festival Internacional do Cacau., na real, uma retomada de prumo, já que a pandemia também deu baque no caso.

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Na prática, é o recomeço da virada histórica. Nos bons tempos, o dos coronéis, Brasil já foi o maior produtor do mundo , hoje é o 7º. Hoje, quer retomar a ponta da produção de amêndoas e chocolates finos.

Fino trato — A Bahia tem hoje mais de 100 marcas de chocolate produzidas por 10 indústrias e mais outras artesanais ou parte terceirizada.

Segundo Marcos Lessa, o fundador e coordenador do Festival do Chocolate com duas edições anuais, a maior delas em julho, a proposta é tão simples quanto complexa.

— É qualidade do trato da planta até a forma de configurar o chocolate. Os resultados são os melhores.

Diz Lessa que a Bahia tem histórico de bom desempenho no Festival du Chocolat, anualmente em Paris. E na abertura do Festival de Ilhéus, quinta, a atração principal será o produtor João Tavares, de Ilhéus-Uruçuca, que estará na final da Copa do Mundo do Chocolat, disputando com 50 concorrentes, também em Paris.

— Aqui, é torcida 100%.

Codeba ganha na pandemia

A Companhia das Docas da Bahia (Codeba) festeja o recorde histórico de movimentação nos portos de Salvador, Aratu e Ilhéus, que ela administra: 12,2 milhões de toneladas, maior que os R$ 11,8 milhões do mesmo período do ano passado, com 15% de cargas e descargas a mais.

Dizem que é o efeito pandemia, mas na Codeba se fala que, com o Porto Sul e a Fiol, a tendência para os portos baianos é crescer.

UPB aplaude a PEC ‘do alívio’

Se a PEC dos Precatórios causou tanto rebuliço político por trazer embutida o chamado orçamento secreto, para os prefeitos, ela foi só alegria: resolveu um velho problema dos municípios, a dívida previdenciária. Segundo Zé Cocá (PP), prefeito de Jequié e presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), é para comemorar mesmo.— Os municípios podem parcelar a dívida em até 240 vezes. Só de juros e correção poupa-se aí R$ 5,6 bilhões.

Dayane com Sérgio Moro

Eleita em 2018 no embalo da onda Bolsonaro, a deputada federal Dayane Pimentel, que rompeu com o chefe no embalo da cisão com o PSL, já definiu os seus propósitos para 2022.

Dayane espalhou pelas ruas de Feira de Santana, a principal base dela, outdoors com os dizeres: ‘Sérgio Moro e Professora Dayane, estamos com vocês’. Num deles alguém pichou com spray: ‘Judas! Traidores do Brasil. Traíra’.

Mineração vai revolucionar a Bahia, segundo Tramm

Antonio Carlos Tramm, presidente da Companhia Baiana de Pesquisas Minerais (CBPM), conseguiu um feito: trazer a Salvador o secretário nacional de geologia e mineração do Ministério das Minas e Energia, Pedro Paulo Dias Mesquita, para conversar com os empresários baianos e agregados do setor.

Segundo Tramm, dentro de algum tempo, não mais que dois anos, o Brasil terá a Fiol e isso é um marco divisório na economia.

— A Bahia hoje é o terceiro maior produtor mineral do Brasil. Caminha para tomar a ponta. O setor hoje já gera 15 mil empregos diretos e 100 mil indiretos, sem falar na economia ao redor. Vi em Jaguarari tudo de cabra, o queijo, artefatos de couro... É por aí.

POLÍTICA COM VATAPÁ

Melhor no bolso

Essa quem conta é Severiano Alves, ex-deputado federal, ex-prefeito de Saúde, ex-presidente da UPB.

1950.Lauro Farani de Freitas, candidato ao governo contra Juracy Magalhães, percorria os quatro cantos da Bahia como podia. Morreria num acidente de avião a 15 dias da eleição em Bom Jesus da Lapa (em clima de intensa de comoção e muita conversa dizendo que Juracy Magalhães, o adversário, botou açucar no motor do avião dele), o substituto, Régis Pacheco, venceu), mas como se estivesse prevendo o pior, preferia andar de trem.

Numa dessas empreitadas ferroviárias, depois de ter passado por Itaberaba, Mundo Novo e Jacobina, chegou a Saúde, morto de cansaço.

O povão todo lá, o Coronel Albino Pereira puxou a papelada, o longo discurso que ele preparou para saudar o ilustre visitante. Quando viu o calhamaço, Lauro se adiantou rápido:

— Não precisa ler não, coronel. Eu boto no bolso e leio no caminho.

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