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Por Redação, Paulo Leandro

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Ademi promove papo sobre grandes obras

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Cleidiana Ramos, Francisco Senna e Fernando Oberlander, autores de “Salvador Grandes Obras”, vão falar sobre a metamorfose da capital baiana, na Praça Central do Salvador Shopping, nesta sexta, às 18 horas.

O bate-papo integra a programação do Salão Imobiliário da Ademi, servindo como memória ativa dos impactos de intervenções na construção da cidade resultando numa percepção a mais fidedigna do desenvolvimento urbano.

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O livro, produzido por encomenda pela Ademi, nas comemorações pelo quinquagésimo aniversário da associação, serve como fonte para futuras pesquisas sobre arquitetura e urbanismo.

A união de dois dos mais reconhecidos representantes da inteligência baiana, a uma jornalista/professora doutora, revelação da melhor academia, já recomendariam a leitura e a presença no encontro de sexta-feira.

– Com esta proposta e alcance, o livro, além de inédito, concentra informações confiáveis sobre a contribuição das construtoras e imobiliárias para Salvador – afirma a vice-presidente da Ademi, Viviane Fonsêca.

Embora a condução do trabalho destaque as obras das cinco décadas mais recentes, seria impossível contá-las sem a devida contextualização com construções anteriores, incluindo vias públicas.

Assim, a criação de bairros inteiros ganha mais valor, como são os casos do Imbuí e do Caminho das Árvores, entre outros, nos quais os projetos urbanísticos doaram sentido à existência de milhares de moradores.

Também não poderia escapar da apurada lente da equipe de pesquisa a importância de avenidas, como a Octávio Mangabeira, contribuindo para a ocupação vertical em bairros como Patamares e Piatã.

ABRE ASPAS

“Manter a prisão do cidadão brasileiro Thiago Ávila, integrante da flotilha ‘Global Sumud’, é uma ação injustificável do governo de Israel, causa grande preocupação e deve ser condenada por todos”

Lula, presidente, após Israel prender ilegalmente o brasileiro que levava ajuda ao povo palestino

Marco na doação de órgãos

Na última segunda-feira, o Hospital Estadual 2 de Julho, em Salvador, realizou sua primeira captação de múltiplos órgãos, marco técnico e humano para a rede pública baiana. O procedimento, viabilizado após autorização familiar, foi acompanhado pelo “Corredor de Honra”, homenagem conduzida por profissionais e familiares até o centro cirúrgico. O gesto simbólico transformou a despedida em um ato de solidariedade capaz de salvar vidas. No Brasil, a doação depende da autorização da família, tornando essencial conversar previamente sobre esse desejo. Falar sobre doação ainda é uma das formas mais concretas de ampliar a esperança.

Mulheres vão operar máquinas de colheita

Operar máquina de colheita passa a constar no portfólio de ofícios atribuído ao gênero feminino, em mais um avanço da luta por justiça equitativa, seguindo o lema “se o homem pode, a mulher pode igual”.

As inscrições para ambos os sexos começam hoje e terminam amanhã, portanto vale a pena pedir logo uma vaga quem tiver interesse em participar da capacitação viabilizada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Apesar do grande porte da colheitadeira, e de suas múltiplas funções, entre as quais, corte, separação, limpeza e transporte, o mais difícil de enfrentar é o preconceito ainda em vigor, devido à falsa crença de maior dificuldade da mulher ao serviço pesado.

A contribuição para derrubar mais esta fantasia patriarcal é da Bracell, por meio do programa Colheita de Talentos, voltado para a formação de mão de obra especializada no campo.

– Ao incentivar a participação feminina em funções técnicas historicamente masculinas, ampliamos o acesso ao desenvolvimento profissional, fortalecemos a diversidade e preparamos a companhia para o futuro, gerando valor para a sociedade em geral e também para o negócio - afirma o gerente de Recursos Humanos, Eduardo Penhalosa.

O programa foca na formação teórica e prática, servindo como porta de entrada para a companhia, atraindo pessoas em busca, não apenas de um emprego, mas de uma nova carreira profissional.

Uma das pioneiras a conduzir uma colheitadeira é a psicóloga Luana Santos Bonfim, ao trocar uma profissão bem aceita para uma mulher, de acordo com o olhar conservador ainda a ser vencido na sociedade brasileira.

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