Clarindo lidera ato em defesa do Pelourinho
Confira a coluna Tempo Presente

Em memória a turista de Ribeirão Preto, São Paulo, Giulia Panchoni, o agitador cultural Clarindo Silva vai liderar uma manifestação amanhã, às 10 da manhã, exatamente um ano após a morte da jovem de 26 anos.
O ato público, com a esperada participação de representantes da sociedade civil, terá como ponto alto a colocação solene de uma coroa de flores em frente à porta principal da Igreja de São Francisco, onde ocorreu o acidente.
Giulia foi atingida por pedaços do teto do templo, ao desabar sobre os visitantes, restando a solidariedade à família da jovem, sabendo-se do perigo do qual escaparam multidões durante as missas na igreja desde então aguardando reforma.
Já confirmaram presença lideranças da Associação Comercial Pelourinho (Acopelô); da Associação Centro Histórico Empreendedor (Ache); do Montepio dos Artistas; e da Sociedade Protetora dos Desvalidos.
– O momento é apropriado para a união de todas e todos visando preservar o Centro Histórico, antes que tudo venha abaixo –, afirma Clarindo Silva.
Este “tudo” referido por Clarindo corresponde a mais de mil imóveis dos quais a história da Bahia é legatária, cabendo a seus proprietários a responsabilidade de reformas, com o esperado apoio dos poderes públicos.
Para o jornalista e escritor, dono da lendária Cantina da Lua, o contexto da política palaciana é favorável por ser uma baiana a ministra da Cultura, além do chefe da Casa Civil, três senadores e 39 deputados federais.
Além de manter-se vigilante em defesa do Pelourinho, Clarindo Silva tem se empenhado em reativar as Terças da Benção, nas quais habituaram-se os convivas da Cantina da Lua a bebericar ao som suave do reggae.
ABRE ASPAS
“Eu não quero protelar [ação contra Bolsonaro] a respeito de eleições. Nós estamos lidando com o passado. O que nós estamos tratando é de um passado muito importante e que necessita do julgamento”
Maria Elizabeth Rocha, presidente do Supremo Tribunal Militar, sobre ação para perda de patentes
74 anos do HAM
O Hospital Aristides Maltez celebra 74 anos, hoje, mantendo atendimento oncológico de grande alcance social pelo SUS. Para marcar a data, acontece missa de ação de graças, às 11h, no oratório Santa Rita, em Brotas. A unidade conta com 255 leitos e 180 médicos, com atenção especial às crianças, sendo referência única na Bahia em tratamento de câncer. O hospital atende a cerca de 4 mil pessoas por dia, mesmo enfrentando déficit mensal de R$ 1,3 milhão, sustentando a missão com doações e apoio da sociedade.
A data reforça a importância do SUS e da solidariedade para manter o atendimento gratuito e contínuo.
POUCAS & BOAS
- Com o tema Equidade e compromisso com o ensino: da alfabetização à consolidação das aprendizagens, a Secretaria Municipal da Educação (SME) de Itabuna reúne cerca de 2 mil profissionais da Rede Municipal de Ensino na XXXVIII Jornada Pedagógica até sexta-feira. Aberto na segunda-feira, no Teatro Municipal Candinha Dória, a partir de hoje o evento acontece em diferentes espaços, com temáticas específicas. Amanhã e depois, a programação seguirá nas unidades escolares da rede, a partir dos encaminhamentos da equipe técnica da SME.
- Em Camaçari, termina, hoje, a Jornada Pedagógica 2026, com a palestra Quem não sabe de onde veio, não sabe para onde vai, com Rossandro Klinjey e participação cultural do Grupo Espermacete. Aberto, ontem, na Cidade do Saber, o evento é voltado a professores, gestores, coordenadores e profissionais da educação das redes municipal, estadual e comunitária de ensino, com organização da Secretaria da Educação (Seduc). Amanhã e sexta, acontecerão atividades internas nas unidades escolares.
- Era uma Vez… Pequenos Leitores e Leitoras é o livro infantil produzido em uma experiência educativa promovida por estudantes do Bacharelado Interdisciplinar em Saúde (BIS), turma 2023.1, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). O projeto envolveu 13 crianças, entre 8 e 12 anos, da Escola Municipal José Sá Teles, na localidade de Benfica, em Santo Antônio de Jesus. O trabalho visa à valorização das vivências do campo, à promoção da leitura e estimular a construção coletiva do conhecimento, a partir das experiências das próprias crianças.
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