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Deficiência produz superpoder na dança

Confira a coluna Tempo Presente desta quinta

Redação, com Paulo Leandro e Miriam Hermes
Por A TARDE
Processo criativo e expressivo na dança tem como protagonistas pessoas com alguma deficiência
Processo criativo e expressivo na dança tem como protagonistas pessoas com alguma deficiência - Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

O processo criativo e expressivo na dança, que tem como protagonistas pessoas com alguma deficiência, é a pauta central e principal dentro da programação inovadora Desvendando Superpoderes Aleijados.

O objetivo primordial do trabalho, desenvolvido até sexta-feira, na Escola de Dança da Ufba, é o de provocar em cada participante a emocionante descoberta de seu “superpoder”, frequentemente escondido por trás de uma aparente limitação física.

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Ao público, cabe a oportunidade de acompanhar de perto a intensa mobilização de recursos de artistas com deficiência, o que resulta em uma valiosa lição de humanidade. A ação reforça o entendimento de que são ilusórias as diferenças em relação à suposta “normalidade”.

A ação transformadora acontece no período da tarde, das 14h às 18h, na Escola de Dança da Ufba – mais especificamente no espaço do Teatro Experimental. As inscrições são gratuitas e presenciais, devendo ser realizadas diretamente no local da atividade, dentro do Campus de Ondina.

– Quando me refiro à prática aleijada, estou propondo uma completa e fundamental mudança de perspectiva: não queremos simplesmente superar a deficiência, mas, sim, criar e inovar a partir dela – afirma com convicção Natalia Rocha, que é coordenadora geral e criadora do projeto.

Para ela, “nossos corpos não devem ser vistos como um problema a ser resolvido, mas como ricos territórios de invenção”, o que significa que a criação artística independe totalmente de padrões corpóreos já consolidados.

Segundo a coordenadora, “nós convidamos cada pessoa a se permitir viver o inesperado, a descobrir seu próprio superpoder único e a brincar com ele de uma forma coletiva, lúdica e muito potente”.

Homenagem no CRA-BA

O administrador Antônio Silva Magalhães Ribeiro foi um dos profissionais homenageados pelo Conselho Regional de Administração da Bahia (CRA-BA) para representar a categoria na celebração pelos 60 anos de regulamentação da profissão. Ribeiro

lembrou ter começado muito precoce a labuta, aos 16 anos de idade, quando cursava a 4ª série do antigo curso ginasial à noite, para poder trabalhar de manhã e à tarde.

– A atual diretoria do CRA tem o mérito de, com essas homenagens, realçar a importância dos administradores que se dedicaram a honrar a profissão – afirma Antônio Ribeiro.

POUCAS & BOAS

- Palestina, do mito da terra prometida à terra da resistência é o título do livro com lançamento, hoje, na Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob), em Barreiras. O autor, o historiador Sayid Marcos Tenório, participa de um debate com Thiago Rafagnin, Alessandra Portella, Douglas Novais da Silva e Gabriel Filgueiras Cintra. Com início às 19h, o evento acontece no Auditório 1, prédio do Campus Prainha da Ufob, proporcionando um espaço importante para a discussão do tema, essencial para a compreensão das complexas relações internacionais.

- A posse de quatro novos membros da Academia Conquistense de Letras (ACL) movimenta, hoje, o Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, em Vitória da Conquista. O evento, com início previsto para as 19h, dá posse ao renomado compositor Eugênio Avelino (o talentoso Xangai) e aos escritores Linauro Pereira Neto, Marco Jardim e Milton Fernandes. Fundada em 1980, a instituição tem como missão estimular a leitura, a produção literária e preservar a memória cultural do município.

- A primeira audiência pública para o Plano Municipal de Atendimento Socioeducativo de Alagoinhas reuniu, ontem, representantes de diversas secretarias e instituições que compõem a Rede de Proteção da Criança e do Adolescente. Coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), o encontro foi o primeiro de uma série de três, visando consolidar o plano. A iniciativa fortalece a política pública de socioeducação, sendo construída de forma participativa por uma comissão intersetorial.

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Tags

dança deficiência Escola de Dança da UFBA pcd

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