Encontro reúne 40 academias de letras
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A Academia de Letras da Bahia (ALB) e a Academia de Letras de Ilhéus (ALI), unidas na Rede de Integração Cooperativa das Academias de Letras da Bahia (Rica), promovem, de hoje a domingo, o II Colóquio das Academias de Letras da Bahia.
O encontro acontece em Ilhéus, com o objetivo de compartilhar experiências de leitura e produções artísticas e culturais, em busca de novos métodos de estímulo de acesso ao livro.
São 40 representantes de academias literárias presentes, com possibilidade de este número escalar com a participação de professoras, professores, escritoras e escritores independentes.
A proposta central é a de discutir a contribuição de autoras e autores baianas e baianos para fortalecer a difusão das culturas e dos jeitos de escrever de cada território de identidade.
“O Colóquio também busca expandir as políticas que incentivam a formação dos clubes como meios dinâmicos de promoção da leitura, a descoberta de autores baianos e o suporte ao surgimento de novas vozes, assim como a preservação da memória cultural”, afirma o atual presidente da ALB, Aleilton Fonseca.
Troca de estratégias - Para Aleilton Fonseca, esta edição “representa uma valiosa chance de trocar estratégias, enfrentar desafios e compartilhar boas práticas para garantir apoio de governos e iniciativas privadas, com o objetivo de desenvolver a literatura”.
A Academia de Letras da Bahia tem apoio financeiro do Governo da Bahia, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda (Sefaz-BA), Secretaria de Cultura da Bahia (Secult-BA) e da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba).
Dia dos Palhaços na capital
Ao propor brincadeiras, o “palhaço” ajuda a questionar um mundo de “certezas” sem espaço para “gracejos”. No Rio Vermelho, o debate ganhou corpo após audiência pública no Teatro Sesi, reverberando em conversas e encontros da comunidade. A ação dá sequência ao trabalho do coletivo Palhaços do Rio Vermelho, fundado em 1986 e apoiado pelo vereador Silvio Humberto, que busca instituir o Dia do Desfile dos Palhaços no calendário oficial de Salvador. Para aprovar o PL 319/2025, o grupo precisa ampliar a presença no cotidiano do bairro, somando influências de tradições como o Nego Fugido, reisado e sambas de roda do Recôncavo.
POUCAS & BOAS
A Feira Literária de Luís Eduardo Magalhães (LiteraLEM 2025), no oeste baiano, mobiliza, hoje, a Escola Municipal Luzia da Rosa Fontana a partir das 7h30. Realizada na cidade desde 2022, a programação atinge unidades que atendem do 1º ao 5º anos do Ensino Fundamental. Coordenado pela Secretaria Municipal de Educação, o evento visa aperfeiçoar a compreensão leitora e ampliar o repertório literário dos alunos, aproximando as crianças de diferentes gêneros textuais, autores e ilustradores.
A 15ª edição do Festival de Igatu, em Andaraí, traz, hoje, como principais atrações as cantoras Ellen, Illy e a banda Rocknights. O evento foi aberto, ontem, com o tema Onde o Amor Encontra a Arte e atrai para a Chapada Diamantina visitantes de diferentes regiões do estado e do Brasil. Além da festa, os turistas curtem as belezas naturais da região. Com organização geral da prefeitura local, a programação será encerrada, amanhã, com shows de Mariene de Castro, Raquel Reis e Márcia Short.
Em Alagoinhas termina, hoje, a ação Fest Heroes que, desde ontem, acontece nas escolas municipais Dom Avelar (Boa União), Senhor do Bonfim (Buri), Mãe Ernestina (Catuzinho) e José Honorato (Miguel Velho). Realizado no Brasil desde 2019, o projeto foi criado pela Universidade da Macedônia, na Grécia. No município do Agreste baiano ele é resultado de parceria entre as secretarias municipais de Educação e Saúde, o Hospital Regional Dantas Bião e a Boehringer.
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