Jatahy Júnior volta à Escola de Magistratura
Confira a coluna Tempo Presente, do jornal A TARDE, deste sábado

A necessidade de atualização moral, diante da ultrapassagem do teto constitucional de R$ 46 mil de ordenados; o desafio de acrescentar as novas tecnologias ao cotidiano dos tribunais; e o debate sobre aspectos da legislação vigente.
Estas são alguns dos possíveis temas a serem acrescentados à pauta 2026 da Escola de Magistrados da Bahia (Emab), instituição vinculada à Associação dos Magistrados da Bahia (Amab).
A Emab tem diretor novo, ou melhor, será a terceira gestão do desembargador Jatahy Júnior, cuja solenidade de posse foi programada para o dia 9 de março, às 16 horas, na Casa dos Magistrados, no bairro de Piatã.
Jatahy Júnior vai trabalhar com o desembargador Baltazar Silveira na vice-diretoria e o juiz Marcelo Lagrota como diretor acadêmico, os três a serem empossados pelo presidente da Amab, juiz Eldsamir Mascarenhas.
– É uma alegria retornar à Emab, local de difusão de conhecimento e espaço de capacitação de juízes, desembargadores e de todo o sistema de Justiça – afirmou o desembargador, por meio de sua assessoria.
Jatahy Júnior acrescentou ter ficado “feliz e lisonjeado” com o convite do presidente Eldsamir, antecipando a intenção de “implementar ideia e inovar, sempre com foco em uma melhor prestação jurisdicional”.
Quando ainda era juiz, portanto, antes de chegar à segunda instância, Jatahy Júnior foi diretor da Emab durante o biênio 1998/2000, quando a instituição se chamava Escola de Preparação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Epam).
Depois, já desembargador, foi novamente o gestor principal da instituição no período 2014/2016; recentemente Jatahy Júnior dirigiu a Universidade Corporativa Ministro Hermes Lima, a Unicorp do TJBA.
“Você [Jader Filho] disse que nós colocamos R$ 3,5 bilhões só para Minas Gerais no PAC. Quando nós fizemos isso, o que
o governador [Romeu Zema] tinha de fazer para que esse dinheiro fosse para lá?”
Lula, presidente, revelando a ausência de projetos de Romeu Zema para receber recursos contra enchentes
Montepio em apuros
A ameaça de perda de um importante acervo sobre a luta contra a escravidão aumenta com a demora no processo judicial envolvendo a Sociedade Montepio dos Artistas Cachoeiranos, fundada em 1874.
O presidente Nelson Aragão Filho afirma enfrentar a disputa sem apoio institucional, apesar da relevância histórica do caso. A entidade vive situação kafkiana: precisa provar sua existência, assim como ocorreu com a Sociedade Orpheica Lyra Ceciliana.
Inquilinos dos imóveis ligados à sede e ao acervo conseguiram respaldo jurídico na segunda instância do Tribunal de Justiça da Bahia para reivindicar os bens.
POUCAS & BOAS
Os cotonicultores da Bahia terminaram nesta semana a semeadura de aproximadamente 414 mil hectares para a safra 2025/2026, com crescimento próximo de 20% das lavouras irrigadas. Estimativa inicial da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) é de uma produção de 815 mil toneladas de pluma, com uma produtividade de cerca de 1.968 quilos da fibra por hectare. A Bahia lidera o ranking em cotonicultura irrigada do país, alcançando nesta safra cerca de 40,7% da área ocupada com a cultura no Estado.
A comemoração pelos 10 anos de fundação da Academia Teixeirense de Letras (ATL) terá um evento solene hoje no auditório do Campus X da Universidade do Estado da Bahia (Uneb). Com início às 19h30, a programação cultural vai homenagear personagens que marcaram a trajetória da instituição literocultural, bem como dará posse a cinco novos membros da academia. Sob a presidência do escritor Raimundo Magalhães, para o evento estão convidados além dos acadêmicos e familiares, autoridades e representantes da comunidade.
Em Luís Eduardo Magalhães acontece hoje a aula inaugural do curso Técnico em Segurança do Trabalho para atender a demanda crescente por profissionais habilitados para o mercado do agro. Com início às 8h, no Centro de Capacitação Regional do Senar da cidade, o curso é gratuito e resultado de pesquisa entre produtores da região. A formação será oferecida em modalidade híbrida, com 80% das atividades realizadas a distância e 20% de forma presencial, somando uma carga horária de 1.200 horas.
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