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Mal dos viajantes não entra de férias

Confira a coluna Tempo Presente desta quarta-feira, 13

Publicado quarta-feira, 13 de dezembro de 2023 às 05:20 h | Autor: Tempo Presente
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Vem chegando o verão e com ele os planos de viagens, algumas mais longas, e eis aqui o perigo por causa dos riscos de trombose, quando o sangue pode parar de fluir no “congestionamento” das veias: é a síndrome dos viajantes.

A denominação beira à poesia, mas segundo dados da Secretaria da Saúde da Bahia, somente este ano, 127 foram a óbito e mil precisaram ser internados, sempre com muito risco, por conta da natureza desta pane na circulação.

“Diferente de você, a trombose não entra de férias” é uma alusão fidedigna à ameaça de ocorrências, pois a afecção é associada ao sedentarismo, e longos períodos sentado em ônibus e avião requerem cuidados.

– É recomendável ao viajante levantar-se, de vez em quando, seja para ir ao sanitário ou mesmo dar uma andada e evitar ficar longos períodos parado, além de hidratar-se para afinar o sangue, como se diz no senso comum – afirma o médico angiologista Ronald Fidelis.

Em exemplo de didatismo, Ronald Fidelis compara a trombose ao leite quando “corta” e vira “coalhada”: o mesmo acontece com o sangue, quando coagula indevidamente impedindo o fluxo venal e levando a óbito.

A coagulação é saudável nos casos de corte na pele, gerando posteriormente o chamado “cascão” a fim de restaurar o tecido ou nos partos, quando impede o útero de seguir jorrando sangue, mas não nas tromboses.

Há profissões de risco, como rodoviários, operadores de telemarketing e caixas de lojas e supermercados, recomendando-se aos patrões e representantes sindicais acordarem para a necessidade de prevenção.

A formação dos trombos verifica-se com maior frequência nas pernas, enquanto dificilmente deixam de ser causa de morte quando ocorrem no coração e no pulmão.

Caratê Okinawa em festa

A Associação Okinawa  vai comemorar seu décimo-primeiro aniversário com uma Copa no próximo domingo, às 9 horas, no Condomínio Riviera, em Lauro de Freitas. São cerca de 120 caratecas, todos da Okinawa, cujo nome presta homenagem à ilha chinesa cobiçada pelo antigo Império japonês, aliado dos nazifascistas na II Guerra.

– Aqui, acolhemos alunos do conjunto Pirajá a Alphaville, sem distinção de classe, unindo a juventude e também os veteranos pelos ensinamentos da arte marcial criada por Gichim Funakoshi – afirma o fundador e gestor da grande academia, Anderson Carlos Costa.

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