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Por Da Redação, com Paulo Leandro

ACERVO DA COLUNA
Publicado quinta-feira, 01 de janeiro de 2026 às 8:41 h | Autor:

Música clássica para classe trabalhadora

Confira a coluna tempo presente desta quinta-feira

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Imagem ilustrativa da imagem Música clássica para classe trabalhadora
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O acesso à música clássica deixou de ser um privilégio de quem dispõe de maior poder de consumo de manifestações de alta cultura graças ao projeto Cameratas nos Museus, desenvolvido pela Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba).

Na segunda edição, agora no começo de 2026, a primeira apresentação franqueada ao grande público acontece terça-feira, dia 6 de janeiro, às 15 horas, no Cinema do Museu Geológico da Bahia, no Corredor da Vitória.

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Estão confirmadas duas cameratas, orquestras pequenas de músicos eruditos, a Bahia Cordas, no primeiro horário, e logo em seguida a Opus Lumen, por volta de 15h30.

A escolha de um museu com as qualidades e a relevância do Geológico atende à proposta de integração entre música de concerto e palcos relacionados ao patrimônio cultural da Bahia.

– A parceria entre o Museu Geológico e a Orquestra Sinfônica une ciência e cultura por meio da música – explica Elizandra Pinheiro, coordenadora técnica do estabelecimento.

Segundo Elizandra, receber o encontro de cameratas na abertura da temporada 2026 da Orquestra Sinfônica é um motivo de satisfação, “democratizando o acesso à música erudita”.

Depois de estrearem 2026 no Museu Geológico da Bahia, as cameratas da Orquestra vão se apresentar em outros três espaços culturais, seguindo a antiga tradição de Euterpe, uma das nove musas – origem grega de música e de museu.

Nas apresentações, as cameratas interpretam não apenas um repertório clássico, apresentando também versões adaptadas do cancioneiro popular, celebrando a diversidade e a reinvenção.

Meu sonho é me tornar campeã e vou lutar por isso até o fim. Tenho 23 anos e ainda um longo caminho. Estou ganhando experiência até chegar no lugar mais alto do pódio
Nubia de Oliveira, atleta brasileira, após chegar novamente em terceiro lugar na Corrida Internacional de São Silvestre, repetindo feito do ano passado

Verão com Grupo Alfabeta

Tem novidade anunciada para o Carnaval de Salvador, com direito a abre-alas já no mês de janeiro. O Grupo Recreativo de Ocupação Lacrativa Alfabeta se anuncia como bloco que nasce “para ampliar horizontes, reverenciar memórias silenciadas e afirmar, em alto e bom som, que o samba também é território da diversidade LGBTQIAPN+”.

A proposta é funcionar como movimento cultural e político que objetiva transformar o Carnaval em espaço de pertencimento, representatividade e inclusão real.

O Alfabeta desfila pela primeira vez no dia 17 de janeiro, na Rua do Meio, no Rio Vermelho, a partir das 15h.

Vitória na Justiça

O ano começa bem, com uma lição de civilidade, ilustrada pelo Judiciário baiano, ao reconhecer os direitos do sindicato Sinasefe em duas ações, uma de danos materiais e outra de danos morais, ao ter um outdoor atacado em 2021. A mensagem dos anúncios, posicionados nas regiões do Dique do Tororó e da Avenida Paralela, foi alterada por baldes de tinta, além dos golpes contra a estrutura física.

Enfrentava o Brasil a sombra de um colapso funerário, quando em média 4 mil brasileiros morriam diariamente, devido à gestão temerária da pandemia de Covid-19.

Deliberaram os sindicalistas, em estratégia de alcance nacional, a necessidade de expressar a insatisfação, em imagem associada à morte, acompanhada da denúncia em uma só palavra: genocida.

– A vitória na Justiça ajuda a fortalecer a resistência contra o obscurantismo de quem nega a ciência – afirma a coordenadora do sindicato, Teresa Bahia.

A agremiação defende os trabalhadores de educação de institutos federais, alinhando-se aos valores civilizatórios, desde então em conflito com grupos políticos adeptos da violência, desde a física à institucional.

O resultado favorável obtido na corte baiana já é julgamento de mérito, portanto não cabe recurso, coincidindo com a atual investigação da Polícia Federal sobre as responsabilidades pelas 700 mil covas abertas no país.

Entre os indícios de intencionalidade, pesa fortemente a centena de e-mails enviados pela fabricante de vacina, sem sequer um ser respondido, além do deboche de imitação de paciente agonizando e outras tontas e descabidas figuras de ironia.

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