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Paulo Motta é contra fim do sistema 6x1

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Paulo Motta
Paulo Motta - Foto: Tiago Caldas / Ag. A TARDE

Os profissionais contratados em regime de seis dias de serviço por uma folga na semana seriam os menos interessados no fim deste modelo utilizado no Brasil, especialmente no setor de serviços e no varejo.

Pelo menos, este é o resultado da análise da proposta, por parte da área jurídica do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Estado da Bahia (Sindilojas), alinhando-se ao posicionamento contrário de alcance nacional por parte das entidades do setor.

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A proposta em trâmite tem como argumento o fato de aos trabalhadores restar pouco tempo para a vida em família e no lazer, pois conforme é estabelecido atualmente, praticamente os contratados repousam o suficiente para voltar ao trabalho, favorecendo o acúmulo de capital.

No entanto, de acordo com o estudo divulgado ontem pelo presidente do Sindilojas, Paulo Motta, representando 12 mil empresários filiados, ficariam ameaçados os postos de trabalho, totalizando hoje 124 mil comerciários, e então, os prejuízos seriam incalculáveis.

- Isto é uma completa loucura, gerar desemprego, prejudicar a classe trabalhadora e onerar o custo do trabalho”, critica Paulo Motta.

Segundo o dirigente de 76 anos, o “escore” não importa se “6x1, 5x2 ou 4x3”, pois resta verificar o tamanho da irresponsabilidade, pois conforme Paulo Motta, “o próprio trabalhador perderá seu emprego e terá a renda diminuída pois dificilmente os lojistas terão como propor melhorias salariais”.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC), ao reduzir as jornadas semanais, pode prejudicar o principal objetivo da mecânica de mercado, pois a extração dos excedentes em horas de trabalho permite ao lojista alcançar a tão propalada “prosperidade” devido aos lucros.

Giro mundial da Solisluna

Começa neste feriado 15 do Dia da Proclamação da República no Brasil a 11ª. Feira Internacional do Livro Infantil China, programada para Xangai, com a participação de uma editoria baiana, a Solisluna.

O acesso ao encontro na China foi possível graças ao reconhecimento do trabalho da Solisluna em uma etapa anterior, a Feira do Livro de Bolonha, Itália, ao destacar as melhores editoras em atividade.

O certame funciona como um “Mundial” das editoras, destacando-se as campeãs em cada grupo, distribuídas por África, Ásia, Europa, Oceania e as três américas, do Norte, Central e do Sul.

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jornada 6x1 Paulo Motta

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