Clarice Lispector é homenageada em exposição no Santo Antônio Além do Carmo

Publicado sexta-feira, 09 de outubro de 2020 às 16:33 h | Atualizado em 09/10/2020, 16:37 | Autor: Da Redação

Considerada uma das escritoras mais importantes do século XX, Clarice Lispector, será homenageada em uma exposição Intitulada “Clarices” que estreia no dia 13 de outubro, e deve seguir até o dia 12 de dezembro, no “ME Ateliê da Fotografia”, no no Santo Antônio Além do Carmo. O evento é gratuito.

As exibições acontecem às terças-feiras, quintas e sábados, no horário das 14 às 16h e conta com homenagens de artistas da Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Sergipe, Ceará, São Paulo, Itália e Chile.

Seguindo o “Protocolo Setorial” da Prefeitura de Salvador para “Centros Culturais, Museus e Galerias de Arte”, o ateliê funcionará com 30% da capacidade máxima para visitações simultâneas.

Após a aferição de temperatura, o visitante pode explorar a galeria, mantendo o distanciamento social de 1,5m, com a permanência de até 1h sob utilização de máscara protetora durante toda a exposição. A higienização do local é feita antes e após o encerramento do horário de visita.

Comemorando o centenário da vida e obra da escritora no mês de dezembro, o vernissage também celebra o 2º ano de atividades do “ME Ateliê da Fotografia” — localizado na Ladeira do Boqueirão número 6, Santo Antônio Além do Carmo.

Para esse ano, o espaço traz 51 artistas brasileiros e estrangeiros para a exposição; sendo 21 fotógrafos, 23 pintores, ceramistas, escultores e bordadeiras, e 7 artistas cênicos. Entre os nomes, a chilena Camila Alemany, a italiana Cristina Cenciarelli e os brasileiros Manuel Chagas, Ieda Dias, Will Recarey e o próprio Mário Edson.

Propondo releituras de livros, contos, citações, filmes e peças produzidas pela escritora, a exposição “Clarices” entrega visões fragmentadas da autora sob o olhar da fotografia, pintura, desenho, escultura, bordado, poesia e música de novos artistas. Obras conhecidas da autora como o clássico de 1961, “A Maçã no Escuro”, “Felicidade Clandestina” (1971) e “A Hora da Estrela” (1977) prometem encantar o público diante de novos ângulos e perspectivas.

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