Ordep Serra lança livro As Bacantes: Tragédia de Eurípedes

O lançamento acontecerá no dia 28 de junho, a partir das 18h, no Palacete das Artes

Publicado quinta-feira, 23 de junho de 2022 às 08:15 h | Atualizado em 23/06/2022, 08:23 | Autor: Da Redação
Exposição "As Bacantes", escultor Israel Kislansky
Exposição "As Bacantes", escultor Israel Kislansky -

No dia 28 de junho, acontecerá o evento de lançamento do livro "As Bacantes: Tragédia de Eurípedes", obra mais recente do antropólogo Ordep Serra, a partir das 18h, no Palacete das Artes. Logo em seguida, haverá uma conversa com o autor, e apresentação do grupo de dança Contemporânea Ensemble, às 20h, marcando o fim da temporada. 

“Vamos oferecer ao público baiano, que tão bem acolheu essa exposição, uma grande celebração. Pra mim é uma forma de festejar a realização deste sonho”, afirma o escultor Israel Kislansky responsável pela mostra.

A publicação faz parte  da exposição "As Bacantes", escultor Israel Kislansky, que finaliza a temporada em Salvador no dia 1º de julho. “É uma grande homenagem ao feminino, numa mistura de empoderamento, magia, sensualidade e liberdade”, avalia Kislansky. A exposição que ocupa os dois andares do casarão do museu Palacete das Artes, com mais de 60 esculturas em bronze e em cerâmica.

A essência feminina está presente nas Ânforas do artista que também integram a mostra. São esculturas de linhas sinuosas, de quadris e seios fartos que se misturam a ideia do pote, como local onde se guardam coisas preciosas. Além das esculturas, a mostra é composta por monotipias, vídeos e um roteiro didático sobre a fundição de obras de arte em metal. A curadoria é de Heloisa Helena Costa com participação do próprio artista. 

Algumas das esculturas chamam a atenção, também, pelo tamanho. É o caso de Dafé, escultura inspirada na personagem feminina Maria da Fé, do livro Viva o Povo Brasileiro, do escritor João Ubaldo Ribeiro. A obra em bronze é uma belíssima cabeça de mulher com impressionantes 1x1x1m. De traços marcantes, a escultura traz um semblante que mescla força e feminilidade.

“Trabalhamos de forma dinâmica com o conceito de Museu Vivo, explorando as muitas possibilidades que uma exposição pode oferecer”, explica Heloísa Costa.

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