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Bell Marques promete quatro horas de show em evento VIP

Publicado sexta-feira, 07 de novembro de 2014 às 10:43 h | Atualizado em 07/11/2014, 11:20 | Autor: Daniela Castro
Bell Marques
Bell Marques -
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Bell Marques atendeu nosso telefonema em seu gabinete bem no meio de uma tarefa árdua. "Você me pegou olhando para o meu repertório. Tenho aqui mais de 100 canções. Mas não vai dar tempo, vou ter que sair cortando".

A preocupação é de quem tem a missão de resumir mais de 30 anos de carreira em quatro horas de show. Trata-se do Bell Exclusive, projeto que estreia neste sábado, 8, no Grand Hotel Stella Maris, com expectativa de reunir cinco mil pessoas.

"Não é um show de massa, de multidão. É um evento mais elaborado. Queremos oferecer um tratamento totalmente VIP", diz o cantor, que já confirma outras três edições da festa até o fim do ano, em Manaus, Aracaju e Maceió.

Pingos nos "is"

Ele garante que guarda boas surpresas para o público, já que vai revirar o baú desde Traz os Montes, primeiro disco, gravado em 1982. "Vou seguir uma ordem cronológica, com três ou quatro músicas de cada disco. Vou tocar algumas que não tocava nem com o Chiclete com Banana", adianta.

Portanto, faixas como "Selva Branca", "Vai lá, Mané", "Fé brasileira", "Te amo, tiete", "Aririô", "Meu Balão" e "Maravilha", coisa louca estarão passeando pelo setlist. "Voltei e Exagerei" estão entre as poucas novidades.

Bell Marques diz que vai aproveitar a oportunidade para colocar os pingos nos "is". "Esse show vai tirar o manto de dúvidas que paira sobre a minha carreira solo", avisa o cantor, que deixou a banda Chiclete com Banana há pouco mais de um ano.

"Eu continuo sendo a mesma pessoa, o mesmo músico, com a mesma performance. O Chiclete com Banana era minha cara, minha voz, meus arranjos, então quando saí trouxe tudo isso comigo", avalia, sem essa de falsa modéstia.

O cantor também não teme revelar que não sobe ao palco sem seu fiel escudeiro, o iPad. "É o parceiro de todas as horas, não sei o que seria de mim sem ele. A memória é falha, tem que ter alguma pesca", admite, às gargalhadas.

Além de armazenar as letras das músicas, o equipamento tem outra função. Bell conta: "Tem uma parte só para guardar os nomes de fãs. É um cuidado que eu acho muito inteligente da minha parte. Temos zilhões, mas alguns são mais assíduos, viajam pra ver a banda, ficam na frente do palco. De tanto vê-los, acabo criando uma relação, então me sinto no dever de tratá-los como amigos".

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