Busca interna do iBahia
HOME > CULTURA

TEATRO

Drag Queen Barbárie Bundi estreia “AMÒ” na Sala do Coro do TCA

Afro-fabulação e conexão com a ancestralidade guiam a apresentação-ritual que chega ao palco neste mês

Redação
Por Redação
Drag Queen Barbárie Bundi estreia “AMÒ” na Sala do Coro do TCA
Drag Queen Barbárie Bundi estreia “AMÒ” na Sala do Coro do TCA - Foto: Caio Lírio

A Drag Queen Barbárie Bundi estreia uma temporada da sua nova performance “AMÒ” na Sala do Coro do Teatro Castro Alves, neste mês de dezembro. Em “AMÒ” ou “AMỌ”, a artista parte do conceito de Afro-Fabulação em uma jornada de autodescoberta e conexão com suas raízes ancestrais em terra firme, utilizando o barro como uma poderosa metáfora e lançando um olhar sobre as histórias das bixas pretas que moldaram sua jornada.

Serão seis apresentações na Sala do Coro do TCA nos dias 6, 7, 8, 13, 14 e 15 de dezembro. Os ingressos estão à venda pelo Sympla e custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).

Tudo sobre Cultura em primeira mão! Compartilhar no Whatsapp Entre no canal do WhatsApp.

O solo surge a partir dos estudos da artista do conceito de Afro-Fabulação proposto por Tavia Nyong’o, e lança seu olhar para uma nova etapa de seu processo criativo iniciado pelo projeto intitulado Aquátika, em que a água foi o elemento central explorado.

Imagem ilustrativa da imagem Drag Queen Barbárie Bundi estreia “AMÒ” na Sala do Coro do TCA
Foto: Caio Lírio

"O termo "amọ", que significa argila na língua Iorubá, não é apenas um material físico, mas também um símbolo de criação, transformação e conexão com a terra e o que nos compõe enquanto bixas pretas na contemporaneidade", explica.

Amò é uma jornada performativa que mergulha na ancestralidade e nas memórias silenciadas, se debruçando em temas de resistência, identidade e conexão com a terra. Guiada pelas baleias Jubartes, Barbárie Bundi, evoca raízes ancestrais aquáticas para pisar em terra firme, a narrativa atravessa o profundo oceano das histórias esquecidas e emerge em arquipélagos simbólicos, onde cada ilha representa uma etapa do ciclo da vida e da ancestralidade.

Em três ciclos – Ilha da Água de Menines, Ilha dos Paraísos Perdidos e Ilha do Assentamento Futuro – Barbárie passa por rituais de descoberta e reconexão com o passado, a infância com amores e lutas. Entre águas e raízes, o espetáculo transforma a cena em um espaço ritualístico onde corpo, terra e memória se entrelaçam.

Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia. Compartilhar no Whatsapp Clique aqui

Compartilhe essa notícia com seus amigos

Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no X Compartilhar no Email

Tags

agenda Barbárie Bundi drag queen tca

Relacionadas

Mais lidas