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Festival de graffiti encerra edição histórica em Salvador com arte e shows

Evento ocupou diferentes territórios da cidade com programação intensa

Redação

Por Redação

31/03/2026 - 18:07 h

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O Festival BTC 2026 encerra sua 8ª edição com graffiti, arte urbana e shows em Salvador. Confira os destaques
O Festival BTC 2026 encerra sua 8ª edição com graffiti, arte urbana e shows em Salvador. Confira os destaques -

Chegou ao fim o Festival Internacional Bahia de Todas as Cores (BTC) 2026. Ao longo de quatro dias de programação, o evento promoveu exibições, mesas de debate, vivência de pintura, encontros formativos e grandes shows gratuitos, reafirmando seu papel como um dos principais festivais de graffiti do país.

Para iniciar a semana, no dia 25 de março, aconteceu a exibição do documentário “MUSAS: Grafite, Comunidade e Transformação na Bahia”, no Cineteatro 2 de Julho, seguida de falas institucionais e roda de conversa com artistas e realizadores.

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No dia 26, o BTC tomou o Pelourinho com um momento simbólico de Padê para Exu no Largo, seguido da mesa de abertura no Museu Eugênio Teixeira Leal. O encontro reuniu artistas de diferentes regiões do Brasil e do mundo.

Para a artista Kátia Suzue, a experiência foi atravessada por emoção e reconhecimento das mudanças no cenário. “Estou extremamente feliz por ter sido convidada para esse evento, que eu vi evoluir muito nesses longos anos. Hoje eu especialmente fiquei emocionada por ver uma equidade no BTC 2026 com uma plateia de muitas mulheres artistas, na produção e atuando no cenário”, ressalta a artista.

No dia 27, o festival seguiu para a comunidade de Massaranduba, com atividades na Fazendinha do Graffiti, reunindo artistas e moradores em um grande mutirão de pintura. O espaço também sediou mesas de debate sobre redução de danos, ampliando o diálogo entre arte, saúde e direitos humanos.

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Já a programação do fim de semana intensificou ainda mais a ocupação cultural. No dia 28, além das pinturas no muro oficial e do 1º Encontro Baiano de Sound System na Barroquinha, o público acompanhou uma série de debates sobre arte, território e resistência. Pela noite, o clima esquentou com a apresentação da DJ Nai Kiese, seguida do grupo Fragmentos de Samba, com participações de Guiga de Ogum e Fernanda Maia, integrante do Afrocidade. Encerrando a noite, o palco recebeu o show de BNegão e Freelion.

A 8ª edição do BTC conta com apoio financeiro do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura, do Governo do Estado da Bahia, por meio do Edital 03/2023 Eventos Culturais Calendarizados (FCBA), além do apoio da FUNARTE, por meio do Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas 2025 – Artes Visuais.

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