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Projeto aproveita férias escolares para incentivar arte e cultura

Da Redação
Por Da Redação
| Atualizada em
A temporada segue até 30 de janeiro e a inscrição inclui atividades de desenvolvimento em grupo | Foto: Divulgação
A temporada segue até 30 de janeiro e a inscrição inclui atividades de desenvolvimento em grupo | Foto: Divulgação - Foto: Divulgação

Nesta terça, 14, o programa Arvorar Jovem dá início à 2ª temporada do seu projeto de verão, o “Viver a Cidade”, com foco no público de 11 a 17 anos, que pode aproveitar das férias escolares para mergulhar na história, arte e cultura de Salvador.

Serão cinco encontros, com 3 horas de duração cada, entre jogos e brincadeiras, passeios, piquenique, "sessões pipoca" e atividades artísticas e culturais coordenadas por psicólogos e arte-educadores.

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A temporada segue até 30 de janeiro e a inscrição inclui todas as atividades de desenvolvimento em grupo, materiais educativos, lanche, transporte para os passeios e ingressos dos espaços culturais visitados. O projeto tem turmas às segundas e quartas-feiras, ou às terças e quintas-feiras, sempre das 14h às 17h.

“A proposta do Arvorar nas Férias, com o projeto Viver a Cidade, é oferecer uma opção de lazer divertida, mas que também amplie o repertório dos participantes sobre a sua cidade”, explica Faezeh Shaikhzadeh, psicopedagoga e coordenadora do programa Arvorar Jovem, que trabalha o empoderamento e protagonismo juvenil. As visitas aos pontos turísticos e históricos da capital baiana são um meio de apreender sua beleza e significado para depois traduzi-las em variadas linguagens artísticas, como exercício de expressão e ludicidade.

De acordo com a metodologia do programa, é importante que os jovens discutam e decidam os passos do grupo, conforme suas curiosidades e interesses, como forma de construção de autonomia e envolvimento com os temas e vivências. Assim, apenas o Pelourinho está definido como ponto de partida para os passeios, dada a sua representatividade para a formação da cidade. Todas as demais vivências serão pensadas por eles.

“É uma experiência ímpar! Além de conhecer mais sobre a cidade, os participantes têm a oportunidade de expressar suas opiniões e de compreender melhor como pensa o outro, e cada percepção individual e coletiva de mundo”, avalia Sheila Guimarães, mãe de Cauã, participante da primeira temporada.

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