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ECONOMIA

À véspera do Natal, vendas nos shoppings são ´mornas´

Agência Estado

Por Agência Estado

24/12/2006 - 12:17 h

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Na véspera do Natal, os corredores dos shoppings estavam cheios, mas as vendas mornas. As promoções e parcelamentos estampados nas vitrines ajudavam a atrair público, segundo os lojistas, mas não tanto quanto o esperado. Nem mesmo nos shoppings voltados para um consumidor de maior poder aquisitivo o cenário era diferente.



"As pessoas entram procurando promoção, compram um presente para o amigo-secreto na família, mais um ou outro para alguém íntimo e acabou", dizia a subgerente da Practory, loja de moda feminina, no Shopping Higienópolis. Segundo ela, no Natal de 2005, além dos presentes, o consumidor aproveitava a ocasião e comprava para ele mesmo.



Na estimativa da Associação dos Lojistas de Shopping (Alshop), as vendas devem crescer cerca de 5% em relação a dezembro de 2005. "O esperado era de 8% a 10% de crescimento, mas, por uma série de razões, o consumidor está tendo outros gastos e o resultado está um pouco abaixo do esperado", diz o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun. Segundo ele, os shoppings de classe média ou média alta são mais afetados que os populares, que estão indo melhor.



"As famílias estão viajando mais, comprando imóveis e trocando de carro. Tanto é que todos esses setores estão indo bem. E, nessas condições, as pessoas economizam com outras despesas." Além do mais, lembra, há uma inadimplência alta e quem se endividou muito receia contrair novas dívidas.



"Parece que a cada ano o Natal está pior", queixava-se no sábado uma vendedora da Verano de calçados, no Shopping Higienópolis. "Depois do dia 20, com o pagamento do 13º, o movimento melhorou um pouco, mas abaixo do esperado.



Na Brooksfield, de moda masculina, o produto mais procurado era uma camiseta básica de R$ 59. "O movimento não está tão bom como esperávamos, mas não é só aqui. Soube que na loja do Iguatemi as vendas estão iguais ao Natal passado", dizia o gerente, Daniel Augusto Padilha.



O Shopping Iguatemi estava movimentado, mas as lojas cheias eram as de grife. Na Richard´s, por exemplo, o movimento era grande. "As grifes sempre vão bem, mas as marcas menos conhecidas estão sofrendo mais", diz Sahyoun.

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