Menu
Pesquisa
Pesquisa
Busca interna do iBahia
HOME > ECONOMIA
Ouvir Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no X Compartilhar no Email

ECONOMIA

Alta de juros na China serve de alerta para emergentes

Por Agencia Estado

28/12/2010 - 6:57 h

Nos últimos dias, vários países emergentes tomaram medidas para limitar o consumo e conter a inflação, incluindo Brasil, Rússia e China. Em pleno Natal, a China subiu a taxa de juros. Ontem, o banco central chinês soltou dois comunicados alertando para os riscos do excesso de liquidez na economia e da alta de preços. Também no fim de semana, a Rússia aumentou os juros de depósitos bancários para conter a inflação. E, no Brasil, o Banco Central já alertou que deve subir os juros em breve.

As medidas têm um contexto em comum: os mercados emergentes estão em plena expansão e correm o risco de excesso de aquecimento e de aumento da inflação. A forte alta dos preços das commodities (matérias-primas) acenderam o alerta mundial de uma nova crise de alimentos, como a de 2007.

O cenário não é dramático como o de 2007, mas preocupa os especialistas pela situação da economia mundial. Na Europa, uma série de medidas de corte de gastos e de austeridade entra em vigor a partir do dia 1º de janeiro. A meta é reduzir déficits que colocam em risco o euro. Mas o impacto será uma redução na taxa de crescimento, de 1,7% em 2010 na zona do euro para 1,5% em 2011. O desemprego também não deve cair e a tensão deve aumentar.

Nos EUA, a projeção é de um crescimento de 3%. Mas sem a geração de postos de trabalho e, portanto, com um crescimento do consumo limitado. O Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) avalia que a deflação seja uma ameaça mais real ao país que a inflação. No Japão e na Irlanda, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê uma deflação.

Nos países emergentes, a situação é bem diferente. O FMI estima que esses mercados terão um crescimento de 6,4%, em média, em 2011, quase três vezes a média dos ricos. A expansão não vem sem riscos. Para o banco Goldman Sachs, China, Índia e Brasil terão inflação acima de 5% em 2011, mesmo elevando juros e limitando o consumo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Compartilhe essa notícia com seus amigos

Compartilhar no Email Compartilhar no X Compartilhar no Facebook Compartilhar no Whatsapp

Siga nossas redes

Siga nossas redes

Publicações Relacionadas

A tarde play
Play

Mineração: Bahia sediará evento histórico que contará com pregão da Bolsa de Toronto

Play

Megan, a "filha digital" da Bahia que revoluciona a segurança com IA

Play

Cuidado com o leão! Saiba como o animal se tornou símbolo do IR

Play

Amazon lança relatório e fala dos mais de 100 mil parceiros no Brasil

x