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Anatel aprova edital do 5G e leilão está previsto para 4 de novembro

Da Redação
Por Da Redação
| Atualizada em
A previsão do governo é que a tecnologia comece a ser ofertada a partir de julho de 2022, inicialmente nas capitais dos estados | Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
A previsão do governo é que a tecnologia comece a ser ofertada a partir de julho de 2022, inicialmente nas capitais dos estados | Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil - Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou, em reunião extraordinária nesta sexta-feira, 24, o edital com as regras para o leilão do 5G, que será realizado no dia 4 de novembro. A previsão do governo é que a tecnologia comece a ser ofertada a partir de julho de 2022, inicialmente nas capitais dos estados.

No leilão, serão oferecidas a operadoras de telefonia quatro faixas de frequência: 700 MHz; 2,3 GHz; 3,5 GHz; e 26 GHz. Essas faixas funcionam como "avenidas" no ar para transmissão de dados. É por meio delas que o serviço de internet de quinta geração será prestado.

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O prazo de outorga, isto é, o direito de exploração das faixas, será de até 20 anos. O leilão será dividido entre lotes nacionais e regionais.

As quatro faixas que serão leiloadas foram avaliadas inicialmente pela Anatel em R$ 45,6 bilhões. Esse era o valor que as empresas deveriam pagar ao governo pelo direito de explorar as faixas.

O presidente da Anatel, Leonardo de Morais, destacou que os investimentos previstos no edital contribuirão para a retomada e desenvolvimento da atividade econômica nos próximos anos, bem como fortalecerá a economia digital no país.

“Essa licitação oferecerá um leque completo de recursos espectrais para habilitar as mais diversas soluções de conectividade, bem como novos modelos de negócios para a internet das coisas e, mais importante, para uma sociedade digital, para a inclusão digital”, comentou.

A infraestrutura para a chegada do 5G no país, como a compra e instalação de equipamentos e torres de transmissão, ficará a cargo das operadoras de telefonia que arrematarem as faixas. Segundo o edital final, o direito de exploração das faixas será de até 20 anos.

Já a construção da rede privativa e a instalação de rede de fibra óptica serão responsabilidade de uma Empresa Administradora da Faixa (EAF), a ser formada pelas empresas vencedoras dos lotes nacionais da faixa de 3,5GHz.

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