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ECONOMIA

Angela Merkel define novo mecanismo de resgate europeu

EFE

Por EFE

15/12/2010 - 10:56 h

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BERLIM - A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, definiu nesta quarta-feira, 15, no Parlamento alemão os nove pontos nos quais o mecanismo permanente de resgate, que substituirá o atual sistema a partir de 2013, deverá se basear. A chanceler fez um apelo à "responsabilidade" e à "solidariedade" europeias para explicar a necessidade de estabelecer uma fórmula comum que assegure a estabilidade da moeda e reforce a zona do euro. "Ninguém na Europa será deixado só, a Europa só é forte unida", afirmou Merkel em seu discurso parlamentar antes da cúpula de chefes de Estado e Governo da União Europeia (UE), que será realizada nos próximos dias 16 e 17 em Bruxelas. Entre os nove pontos, enumerados um a um pela chanceler, destacam-se as exigências iniciais alemãs de que o setor privado participe do mecanismo de resgate permanente e de que a concessão de ajuda esteja condicionada a severos planos de ajuste orçamentário e fiscal. Além disso, Merkel ressaltou a importância de que na fórmula de resgate financeiro definitiva estejam representados de maneira permanente e com capacidade de decisão o Banco Central Europeu (BCE), o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a Comissão Europeia (CE). A chanceler assinalou ainda que o mecanismo permanente deverá ser empregado "exclusivamente" para resgatar países que pertencem à zona do euro e diante da suposição de que sua queda porá em risco "a estabilidade do conjunto da Eurozona". "O resgate deve ser o último recurso", disse Merkel, que ressaltou que não há alternativa à moeda única e afirmou que "o euro demonstrou estar à prova de crise". Merkel assegurou que a necessidade de incluir estes nove pontos no mecanismo de resgate permanente eram compartilhados pela Alemanha e França, os dois maiores contribuintes da UE, e cujos líderes se reuniram na sexta-feira passada em Freiburg (oeste da Alemanha) para preparar a cúpula de Bruxelas. A chanceler fez especial menção à responsabilidade da Alemanha como primeira economia do bloco europeu e "que se beneficiou especialmente da união econômica". Merkel também aproveitou o discurso para voltar a rejeitar em público a proposta de emitir títulos de dívida comuns ou eurobônus. "Os denominados eurobônus não são a solução. O que necessitamos é mais harmonização e mais competitividade", argumentou.

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