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ECONOMIA

Arrecadação federal bate recorde

JORNAL A TARDE

Por JORNAL A TARDE

17/03/2006 - 0:00 h

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Receita recolheu em fevereiro R$ 27,568 bilhões em tributos e contribuições, um aumento real de 4,58%



Lu Aiko Otta

AGÊNCIA ESTADO



Brasília –
A arrecadação federal continua batendo recordes. O total no mês passado chegou a R$ 27,568 bilhões, o maior já registrado em meses de fevereiro. O resultado é 4,58% maior, em termos reais, do que o valor recolhido em fevereiro de 2005. Em relação a janeiro, porém, houve uma queda real de 18,95%.



No ano, os recolhimentos efetuados pela Receita chegam a R$ 61,441 bilhões (sem correção pela inflação) ou

R$ 61,580 bilhões (corrigidos pelo IPCA), um crescimento real de 2,3% na comparação com o mesmo período do ano passado.



‘‘A boa arrecadação decorre da manutenção do bom desempenho da economia e da melhoria na eficiência da administração tributária’’, comentou o secretário-adjunto da Receita Federal, Ricardo Pinheiro. A estimativa do projeto de lei do Orçamento de 2006 é que a Receita recolha R$ 350 bilhões este ano, mas Pinheiro admitiu que o número deverá crescer um pouco.



Não chegará, porém, aos R$ 364,5 bilhões previstos pelo Congresso. ‘‘Tem uma diferença que vamos discutir’’, disse.



A queda do resultado de fevereiro, na comparação com janeiro, é explicada principalmente pelo menor número de dias úteis do mês passado. Com a economia produzindo durante menos dias, houve queda de 19,43% no Imposto de Importação e de 20,45% no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) vinculado às importações.



Outra explicação é o fato de janeiro concentrar o recolhimento de alguns tributos e, por isso, ser um mês de melhores resultados do que fevereiro. É o caso, por exemplo, da cota única do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), que teve queda de 30,64% em fevereiro.



Na comparação com fevereiro de 2005, porém, os dados divulgados revelam maior dinamismo em alguns setores da economia. O aumento do volume de empréstimos tomados por pessoas e empresas fez com que a arrecadação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) aumentasse 17,52%.



O IPI sobre automóveis registrou crescimento de 40,29%, devido ao aumento de 12,8% no volume de vendas e também porque em fevereiro de 2005 a arrecadação havia sido atipicamente menor devido ao pagamento, pela Receita, de créditos tributários às montadoras. Os pagamentos de IPI sobre outros setores, porém, caiu 1,9%.

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