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Campos Neto avalia que 'subiu barra' fiscal no Brasil após pandemia

Presidente do BC considera legítima investidas do governo na área, mas diz que é preciso fazer dever de casa

Da Redação
Por Da Redação
| Atualizada em
Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto
Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto - Foto: Pedro França | Agência Senado

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, considerou como correto as investidas do governo Lula (PT) em melhorar a situação fiscal do país, mas frisou que a "barra [fiscal] subiu” mundialmente e ressaltou a necessidade de “fazer o dever de casa”.

"Parece que o mundo acordou para o tema de que tivemos uma pandemia difícil, foram feitos enormes gastos, muitos programas, mas em algum momento a gente tem de pagar a conta”, disse Campos Neto.

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"Nesse sentido, a barra sobe um pouco para todo mundo. Isso significa que a gente precisa fazer o dever de casa melhor", acrescentou.

De acordo com a avaliação do chefe do BC, a pandemia da Covid-19 fez com o que a economia mundial fizesse um grande esforço para evitar uma depressão, mas os débitos ainda não foram totalmente quitados.

Campos Netos esteve reunido com um grupo de empresário, no sábado, 26, em Guarujá (SP). Dentre os presentes na mesa estiveram nomes como Joesley e Wesley Batista (J&F), Flávio Rocha (Riachuelo), André Esteves (BTG) e Abilio Diniz (Península).

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