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Exportações baianas têm melhor resultado desde 2012

Foram totalizados US$ 9,9 bilhões e um crescimento de 26,3% em relação ao ano anterior

Publicado terça-feira, 11 de janeiro de 2022 às 21:01 h | Atualizado em 11/01/2022, 21:27 | Autor: Da Redação
Principal parceira comercial da Bahia, a China responde por 28% das exportações em 2021
Principal parceira comercial da Bahia, a China responde por 28% das exportações em 2021 -
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As exportações baianas fecharam 2021 com o melhor resultado registrado desde 2012. Segundo dados divulgados nesta terça-feira, 11, pelo governo do estado, foram totalizados US$ 9,9 bilhões no ano passado, compreendendo um crescimento de 26,3% sobre o dado anterior. 

De acordo com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), o resultado foi impulsionado pela retomada da atividade econômica no mundo, sobretudo no segundo e terceiro trimestre, com avanço da vacinação contra a Covid-19 e o arrefecimento da pandemia.

“Vamos completar dois anos de pandemia, entre altos e baixos na economia mundial. Então, começar o ano com a notícia de que as exportações baianas fecharam 2021 com crescimento de 26,3% sobre o ano anterior é bem otimista”, declarou o vice-governador João Leão.

A balança comercial da Bahia em 2021 terminou com um superavit de US$ 1,85 bilhão, resultado 35,6% inferior ao ano passado, devido ao aumento maior das importações, que totalizaram US$ 8,05 bilhões com incremento de 62% em comparação com o ano anterior, mais que o dobro do aumento das exportações, recuperando o terreno perdido em 2020.

Principal parceira comercial da Bahia, a China responde por 28% das exportações em 2021 e por 14,8% das importações, compreendendo uma participação de 22,1% na corrente de comércio do estado. 

Segundo o governo do estado, a Ásia comprou quase metade dos bens exportados pela Bahia (49,3%). A China foi seguida pelos Estados Unidos (21,4%) o que corresponde a 11,8% das exportações e de 33% nas importações. Em terceiro lugar, aparece Singapura (6%).

As vendas externas no ano foram lideradas, mais uma vez, pela soja e seus derivados, com US$ 2,4 bilhões e o incremento de 40%; seguido pelo setor químico/petroquímico, com US$ 1,32 bilhão e alta de 67,2%; e pelo setor de refino, com vendas de 1,23 bilhão e aumento de 5,4%.

O governo ainda destacou o crescimento nas vendas do setor mineral em 212,7%, avaliado em US$ 747,4 milhões. 

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