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13/11/2023 às 17:14 - há XX semanas | Autor: Carla Melo

BAHIA BEER

Festival de Cerveja busca gerar empregos e investimentos em Alagoinhas

Entitutada Capital Estadual da Cerveja, o município deve instalar mais duas fábricas na região

Linha de produção de cerveja da marca Itaipava, na unidade Alagoinhas, do Grupo Petrópolis
Linha de produção de cerveja da marca Itaipava, na unidade Alagoinhas, do Grupo Petrópolis -

Faltando poucos dias para a realização do Bahia Beer - Festival da Cerveja de Alagoinhas, primeira edição do festival de cerveja em Alagoinhas, a cidade começa a se organizar para receber as maiores marcas, produtores de cerveja artesanal e muito mais. A expectativa é movimentar a economia local e estadual, gerar empregos em diversos setores e fazer a alegria de quem gosta de uma boa gelada.

Mas, por que a cidade? Qual o segredo de Alagoinhas para ter sido escolhida para sediar o evento? A resposta está na água da cidade. Abastecida pelo Aquífero São Sebastião, a água possui baixa alcalinidade e PH próximo do neutro, ideal para a produção de bebidas alcoólicas e não alcoólicas.

Além disso, a cidade está sendo monitorada para se tornar o centro dos investimentos e de instalações de fábricas de diversos setores. Segundo o representante de Planejamento e Gestão da Secretaria de Turismo do Estado da Bahia (Setur), João Henrique Paolilo, há expectativa que mais duas fábricas sejam instaladas na região.

“Alagoinhas é o maior polo cervejeiro do Norte/Nordeste, e tanto o governo do Estado, como a prefeitura da cidade estão incluídas para criar um novo capítulo na história do desenvolvimento econômico e social da nossa cidade. Nossa expectativa é que com o festival, essas negociações se consolidem e possam de fato chegar à cidade. Também queremos trabalhar com nossos produtores de cervejas artesanais, para que eles busquem a sua formalização e comecem a virar cervejeiros formais, ou seja, industriais. Trazer visibilidade a Alagoinhas, e torcendo para que as empresas de vários setores também educacional, logístico, queiram se instalar na cidade”, aponta disse Paolilo.

Segundo a pasta, para cada emprego gerado formalmente pelo setor cervejeiro, 34 empregos indiretos são gerados em toda a cadeia produtiva. A expectativa é de sejam gerados mais postos de trabalho para quem é munícipe, e de que o festival seja uma ótima oportunidade de que sejam discutidas formas de fomentar o setor ‘de dentro para fora’

“Hoje, além das fábricas de cerveja, nós temos fábricas de latinha, fábricas de tampinha, fábricas de embalagem, mas ainda temos muito mais a explorar e trazer para o nosso município. Para trabalhar não só o polo cervejeiro, mas toda a gama derivada da nossa área”, aponta João Henrique Paolilo.

Um dos maiores expectadores do evento é o Grupo Petrópolis, responsável pela produção das marcas Itaipava, Crystal, Lokal, Petra, Cabaré, TNT e outras. A empresa possui uma fábrica cervejeira em Alagoinhas, que abastece, por hora, 128 mil latas e 62 mil cervejas. Com o uso da tecnologia de linha, o produto dispara quando o assunto é diferencial.

“O alemão, traz muito esse conceito de melhor tecnologia e o melhor desenvolvimento tecnológico para produzir a cerveja. Essa planta possui altíssimo desempenho, altíssima tecnologia e alta produtividade. Tudo isso se traduz em alta qualidade, alta eficiência quanto ao consumo energético", explica Matheus Facca, gerente do setor de processo do Grupo Petrópolis

No Bahia Beer, o grupo terá uma Carreta Rooftop Itaipava, ponto principal para adquirir os chopes Itaipava e Petra do Grupo Petrópolis, em um local estratégico, com uma vista privilegiada dos shows para tirar fotos.

Matheus Facca, gerente do setor de processo do Grupo Petrópolis
Matheus Facca, gerente do setor de processo do Grupo Petrópolis | Foto: Olga Leiria | Ag. A TARDE

Cadeia Produtiva e ESG

A cadeia de produção atinge outros setores que conversam em si na cidade de Alagoinhas, o que intensifica a força produtiva. Atualmente a Central de Embalagem, atende todas as cervejeiras do Nordeste e produz, em média, 4 mil caixas de cerveja por dia.

Além da participação na geração direta de embalagens que estão presentes em depósitos e fábricas como Ambev, Heinekein e entre outras, os produtos, produzidos com Polietileno, também é destaque quando o assunto é sustentabilidade. A Central de Embalagens recicla em média 350 toneladas por mês de plástico em suas duas fábricas, na Bahia e em São Paulo.

Linha de Produção da Central de Embalagem, em Alagoinhas
Linha de Produção da Central de Embalagem, em Alagoinhas | Foto: Olga Leiria | Ag. A TARDE

O uso da tecnologia no grupo Petrópolis permite que o consumo da água usada para produção da cerveja seja menor do que o índice usado na produção nacional.

"Quando se tem uma autosuficiência energética, isso entra na pauta de sustentabilidade, com baixo consumo de água, ótimo consumo de energia. Além disso, atualmemente possuimos 60% das embalagens recicláveis em vidro; nas latas, mais de 40%. A expectativa é de que em 2030, cheguemos a mais de 70% de embalagens recicláveis em nossos produtos", apontou Matheus Facca.

Bahia Beer

O evento será realizado pela Prefeitura Municipal, em parceria com o Governo do Estado e apoio do Governo Federal, via Ministérios do Turismo e da Cultura, de 17 a 19 de novembro, no Parque de Exposições Miguel Fontes. A programação inclui a realização de palestras, exposições gastronômicas, concursos e shows musicais.

Entitulada o maior polo cervejeiro da Bahia, Alagoinhas movimenta bilhões de investimento no setor. As fábricas instaladas na cidade produzem anualmente 1,38 bilhão de litros de variadas marcas de cerveja, seguindo dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado da Bahia (SDE).

Para participar do evento, é preciso doar 1 kg de alimento, que será doado para campanha Bahia Sem Fome.

Estrutura do Festival Bahia Beer sendo montada no Parque de Exposições Miguel Fontes
Estrutura do Festival Bahia Beer sendo montada no Parque de Exposições Miguel Fontes | Foto: Olga Leiria | Ag. A TARDE

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