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'Não queremos a chinesada entrando aqui', diz Guedes

Em discurso, o ministro da Economia que diminuição do IPI é para fortalecer produtos nacionais

Da Redação
Por Da Redação
No evento, Guedes prometeu ainda, caso Jair Bolsonaro (PL) seja reeleito, manter o Auxílio-Brasil em R$ 600,00, desde que consiga a reforma tributária
No evento, Guedes prometeu ainda, caso Jair Bolsonaro (PL) seja reeleito, manter o Auxílio-Brasil em R$ 600,00, desde que consiga a reforma tributária - Foto: Isac Nóbrega | PR

O ministro da Economia, Paulo Guedes, durante evento da Cotrijal, em Passo Fundo (RS), nesta sexta-feira, 26, afirmou que não quer a "chinesada" entrando no País para quebrar a indústria nacional. Por isso, de acordo com ele, que o governo pretende acabar com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para tonar o setor mais competitivo.

“Não queremos a chinesada entrando aqui e quebrando nossas fábricas, nossas indústrias de jeito nenhum. O que queremos é uma coisa moderada. É assim, baixei o IPI, baixamos o IPI em 35%. vamos acabar com IPI. O IPI é um imposto de desindustrialização em massa”, afirmou.

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Na avaliação do ministro, as empresas precisam estar fortes para competir e, para este fim defendeu a redução de impostos para, assim, abrir a economia brasileira. “Não vamos deixar a indústria brasileira quebrar de jeito nenhum. Nosso interesse é que ela cresça, mas para ser competitiva ela precisa de um pequeno grau de pressão”, declarou.

No evento, Guedes prometeu ainda, caso Jair Bolsonaro (PL) seja reeleito, manter o Auxílio-Brasil em R$ 600,00, mas, para isso, colocou uma condição. "Vamos manter o Auxílio Brasil em R$ 600 com a aprovação da reforma tributária, tributando dividendos Se ganharmos a eleição, aprovaremos a tributação de dividendos no dia seguinte no Senado".

Guedes falou também no evento sobre os altos juros atualmente no Brasil e que devem começar a diminuir no próximo ano.

"O Brasil já está com tudo no lugar. O Brasil está com o juro até alto demais. O ano que vem vai descer O fiscal está zerado e já temos um pequeno superávit. Nenhum deles está assim. Um único país do mundo está como a gente, que é Cingapura, uma cidade-Estado. Honramos o compromisso assumido com as gerações futuras", destacou.

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