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EMPREGOS & NEGÓCIOS

Jovens empresários da Bahia ensinam como vencer desafios e crescer

Fábio Bittencourt | Foto: Shirley Stolze | Ag. A TARDE

Por Fábio Bittencourt | Foto: Shirley Stolze | Ag. A TARDE

30/06/2019 - 11:49 h | Atualizada em 21/01/2021 - 0:00

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Aos 29 anos, o designer Allisson Souza é sócio da empresa Slidefy
Aos 29 anos, o designer Allisson Souza é sócio da empresa Slidefy -

Para quem faz plano de em um futuro próximo abrir o próprio negócio e não sabe por onde começar – ou mesmo já iniciou, mas se deu conta de que a coisa não é tão simples assim e precisa de mais informação –, uma boa opção é conferir a programação do Empreenda Mais. Realizado pela Associação de Jovens Empreendedores da Bahia (AJE), o evento acontece na próxima quinta-feira, às 18h, na Livraria Saraiva do Salvador Shopping.

Os primeiros passos para a formalização de uma empresa; a precificação de produtos e serviços; dicas de planejamento, vendas, organização. Estes são só alguns dos temas que serão debatidos durante o encontro, que tem o objetivo, segundo a presidente da entidade, Maria Brasil, de oferecer "conteúdo de qualidade sobre empreendedorismo", especialmente para quem está na busca de entender como funciona todo esse processo.

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Com o preço simbólico de R$ 18 para associados e R$ 28 para o público em geral, as inscrições podem ser feitas na internet pelo endereço. O número de vagas é limitado.

"Quem está pensando em empreender, ou mesmo já começou, mas ainda tem dúvida sobre aspectos como a formalização do negócio ou gestão financeira, este é o perfil dos participantes, que terão a oportunidade de poder conversar, fazer perguntas a especialistas sobre como é a prática, a lida diária de um empreendedor. O evento terá um formato bem intimista", diz.

Maria explica ainda que, em tempos de crise, o empreendedorismo acaba "deslanchando mais, deixando de ser um sonho ou oportunidade para se tornar uma necessidade". "O País vive uma situação de desemprego crítica, e as pessoas, que muitas vezes não têm acesso a uma oportunidade de emprego formal, estão começando a ter o empreendedorismo como opção. E um negócio de pequeno porte é uma grande saída", fala. "Ao mesmo tempo que falta informação, formação", diz.

Contador especialista em planejamento financeiro e tributário, sócio da Contribute e um dos palestrantes do Empreenda Mais, o consultor Enzo Dourado, 33, destaca que os principais obstáculos para quem se lança nessa área costumam, de saída, dizer respeito quanto ao correto enquadramento da atividade (codificação); a formação da sociedade; além da organização do próprio negócio. E diz que o suporte de um profissional nessa fase é fundamental.

Assessoria

"A falta de uma assessoria pode representar riscos fiscais e jurídicos. O custo tributário, só na primeira faixa (micro e pequeno empreendedor), pode variar de 1% a 10%, a depender da sua classificação".

Sócio da BR2 Consultoria Empresarial e pós-doutor em finanças, Talles Brugni, 33, conta que em sua apresentação quer "desmitificar" a formação de preços de produtos e serviços. Segundo ele, a tarefa exige conhecimento operacional, da estrutura que se tem, entre outras influências.

"A relação custo, volume e lucro deve nortear essa ação. Se você compra em grande quantidade, consegue barganhar no preço, pode vender mais barato. Ou não, isso vai depender da sua estrutura, seus custos, despesas, margem de lucro. Preço é algo muito dinâmico, e não é porque todo mundo faz errado que você vai ficar repetindo. Com o auxílio da tecnologia já é possível simular esses cenários".

Em outras palavras, tudo o que o bacharel em direito, "concurseiro", e já inscrito no evento, Ênyo Possidonio, 24, precisa saber para lançar uma startup voltada para o mercado do turismo. "Estou começando a fazer estudos nesse sentido. Tenho uma proximidade com esta área e percebo que, mesmo com uma forte concorrência, existe uma lacuna que acredito que o meu negócio pode preencher. No Empreenda Mais, enxerguei três pilares importantíssimos para quem está começando: que é não saber precificar, entender melhor a burocracia e sobre como vender melhor".

O designer gráfico Alisson Souza, 29, depois de quatro anos trabalhando com apresentações corporativas, viu a chance de empreender com o fechamento da agência em que era empregado. Este ano mesmo, ele abriu a Slidefy, plataforma online de apresentações por assinatura. "É importante conhecer a audiência, falar o que o seu cliente quer falar. E de preferência com um design mais atraente", diz.

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