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GRANA CURTA

Após empate na Sula, Carpini usa Bahia para explicar "crise"

Técnico do Leão concedeu entrevista após o empate com o Defensa y Justicia, nesta terça-feira (6)

João Grassi
Por João Grassi
Thiago Carpini no banco de reservas durante a partida contra o Defensa y Justicia
Thiago Carpini no banco de reservas durante a partida contra o Defensa y Justicia -

Após mais um tropeço na Copa Sul-Americana nesta terça-feira (6), dessa vez um empate amargo com o Defensa y Justicia em pleno Barradão, pela 4ª rodada do Grupo B, Thiago Carpini fez uma menção a respeito da diferença de investimentos de Vitória e Bahia, que vivem momentos diferentes na temporada.

Segundo o técnico, a desigualdade no mundo do futebol traz dificuldades para equipes com menos recursos competirem. Carpini entende que não há como comparar a realidade financeira do Leão com clubes que são comandadas por alguma Sociedade Anônima do Futebol (SAF), como é o caso do rival de cidade.

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"Hoje a gente tem que competir em um futebol muito desigual e quando se tem dois times na cidade como é aqui, em Belo Horizonte, em Porto Alegre, o sucesso de um acaba mensurando a crise no outro. Só que a gente tem que entender o que está sendo feito nas SAFs, a quantidade de investimento, de dinheiro. Cada um vive a sua história, não podemos ter esses comparativos e achar que daria fazer algo tão diferente e trazer contratações mirabolantes", indicou Carpini.

"A gente acaba vendo os questionamentos sobre contratações. A gente aumentou orçamento, mas ainda é o 17º da Série A. Aumentamos receita em 30%, mas a realidade é que oscilamos nas duas competições". disse também o treinador.

Em seguida, Carpini defendeu o trabalho do presidente Fábio Mota e voltou a dizer que acredita na qualidade do seu elenco. De acordo com o treinador, não houve "condições e oportunidades" de trazer melhores contratações com o orçamento estabelecido pelo clube.

"O Fábio [Mota] é um presidente muito pé no chão. Paga as contas dos outros e não vai fazer o que não pode cumprir. Eu estou aqui há um ano e tudo que está o seu alcance ele tem feito. Se nós não buscamos mais alternativas é porque não temos condições e oportunidades para fazer. Tentamos fazer o melhor com aquilo que tinha e acho que é um bom elenco. Não mudo minha opinião. Confio muito nesses atletas", pontuou.

De acordo com Fábio Mota, o Leão já investiu cerca de R$ 20 milhões em reforços na temporada. Vale lembrar que o clube receberá R$ 26 milhões pela venda de Wagner Leonardo ao Grêmio, a maior negociação de saída da história do clube.

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Contratações ec vitória entrevista investimento thiago carpini

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