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Bahia sofre para vencer o fraco Rio Branco: 2 a 1

Só valeu pelo resultado. A vitória de 2 a 1 sobre o Rio Branco-AC, na noite desta quinta, na Fonte Nova, levou o Bahia a sete pontos e ampliou a liderança tricolor no grupo 25 da terceira fase. O vice-líder ABC tem três pontos e uma partida a menos.
Dentro de campo, a exibição do Bahia decepcionou os 17 mil torcedores que tomaram chuva para ver o jogo. Futebol mesmo, só no primeiro tempo, quando o time teve total domínio da partida e poderia ter marcado três ou quatro gols.
Fez dois. Aos 15 minutos, com um chute forte de Emerson Cris, de fora da área e no canto. A bola quicando e o gramado molhado venceram o goleiro Marcus Vinícius.
Aos 23, Carlos Alberto pegou rebote no campo de defesa, driblou dois adversários, deu sorte na dividida e serviu Nonato. O artilheiro da Série C bateu com jeito e fez 2 a 0. Com 13 gols, divide a artilharia com Túlio, do Vila Nova-GO, que venceu o Villa Nova-MG por 4 a 2.
O Rio Branco diminuiu aos 44 minutos, após cobrança de falta. O goleiro Márcio espalmou na trave e Ico aproveitou o rebote.
A segunda etapa foi sofrível para a torcida tricolor. Em coro, ela pediu Moré, que entrou e não acertou uma jogada. A defesa errava na marcação, e o meio não criava.
O Rio Branco gostou do jogo, e se fosse um pouco melhor, teria empatado a partida. Ainda conseguiu uma bola na trave.
Ao fim da agonia, vaias para o time da casa, aprovadas pelo meia Cléber nas entrevistas pós-jogo.
Bahia: Márcio, Carlos Alberto, Alison (Emerson), Eduardo e Adilson; Humberto, Emerson Cris, Preto (Marcone) e Cléber; Nonato e Charles (Moré). Téc: Arturzinho.
Rio Branco: Marcus Vinícius, Rodholfo, Ico e Donizeti; Ley, Zé Marco (Doca), Ismael, Testinha (Garanha) e Esquerdinha (Rafinha); Marcelo Brás e Juliano César. Técnico: João Carlos Cavallo.
Público: 17.246 pagantes.
Renda: R$ 141.890,00.