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Brasil Open: dois brasileiros continuam vivos na chave de simples

Diego Adans l A TARDE
Por Diego Adans l A TARDE
| Atualizada em

Especial de Sauipe - Thomaz Bellucci e Ricardo Mello. Estes são os únicos brasileiros que continuam vivos na chave individual do Brasil Open de Tênis, que está sendo realizado no Complexo de Sauipe.

Número um do país, Bellucci enfrenta nesta quinta-feira, 11, o espanhol Daniel Gimeno Traver (81º do ranking), a partir das 20h, valendo pelas oitavas de final. Ricardo Mello encara o romeno Victor Hanescu a partir das 17h.

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Belucci, de 22 anos tenta se refazer do insucesso no ano passado, quando chegou à final e foi derrotado pelo espanhol Tommy Robredo por 2 a 1. Na última semana, Belucci conquistou o ATP de Santiago (Chile), o que lhe rendeu a 28ª posição no ranking da ATP.

Na estreia em Sauípe, Belucci superou o conterrâneo Thiago Alves por 2 setes a 0, alcançando a décima vitória na temporada em 13 jogos, a sexta consecutiva sobre em piso de saibro.

Na noite desta quarta, Bellucci e o gaúcho Marcos Daniel avançaram à segunda da fase, no torneio de duplas, após bater a parceria Marcelo Demoliner e Tiago Fernandes por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 7/5. Já Ricardo Mello estreou com vitória contra o italiano Paolo Lorenzi, marcando 6/2 e 7/5. Ele aparece no 135º lugar do recente ranking da ATP.

Jejum - Tanto Bellucci quanto Mello tentam quebrar o jejum nacional de títulos do torneio. A última conquista verde-amarela foi em 2004, com Gustavo Kuerten. Na ocasião, o Manezinho da Ilha superou o argentino Augustín Callieri e sagrou-se bicampeão (já havia vencido em 2002).

No ano em que festeja sua décima edição, o Brasil Open contou com 11 brasileiros somente na chave de qualifying. Entre eles, o baiano Alex Schnitman e o alagoano Tiago Fernandes, campeão juvenil do Aberto da Austrália. Ambos foram eliminados na estreia.

Do total de 17 brasileiros no torneio, restam apenas dois na chave principal. Situação encarada com pessimismo pela torcida presente à Sauípe.

"Alguma coisa está errada. Parece que os brasileiros tremem na hora agá. Sem falar que os adversários não são tão bons assim não. Queria saber o que ocorre", indagou, o empresário carioca Antônio Afonso.

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