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Bahia coloca à prova a sua 'metamorfose' na Série B

Publicado quinta-feira, 25 de agosto de 2016 às 22:49 h | Atualizado em 25/08/2016, 22:46 | Autor: Vitor Villar
Guto Ferreira_Treino Bahia
Guto Ferreira_Treino Bahia -
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Para sobreviver às reviravoltas da Série B, o Bahia teve que se reinventar. Foram 11 as contratações desde que o campeonato começou, sendo oito no último mês: os goleiros Muriel e Anderson (veja abaixo); o lateral direito Eduardo; os zagueiros Jackson e Tiago; o volante Luiz Antônio; os meias Renato Cajá e Régis; e os atacantes Allano, João Paulo e Victor Rangel.

O resultado disso ficará claro no sábado, às 18h30, contra o Paraná, na Fonte Nova, pela 21ª rodada da Série B. O time que entrará em campo será praticamente outro em relação ao que enfrentou o mesmo adversário pela 2ª rodada, em 21 de maio - há praticamente três meses, portanto.

Naquele empate em 0 a 0, em Curitiba, o Esquadrão teve Marcelo Lomba; Hayner, Lucas Fonseca, Jackson e Moisés; Feijão, Paulo Roberto, Danilo Pires e João Paulo Almeida; Thiago Ribeiro e Zé Roberto.

Daqueles titulares, Marcelo Lomba foi negociado com o Internacional, Paulo Roberto com o Sport e João Paulo Almeida com o Avaí. Hayner, Danilo Pires e Thiago Ribeiro foram afastados do elenco. Os dois primeiros se transferiram para Náutico e Santa Cruz, e o último segue encostado.

Nem o técnico é o mesmo, já que Doriva acabou demitido na metade de junho. Por fim, com a chegada de Tiago, Lucas Fonseca foi para o banco, assim como Zé Roberto após retorno de Hernane de lesão.

Para sábado, sem o lateral direito Eduardo, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o comandante tricolor, Guto Ferreira, deve mandar a campo Muriel; Tinga, Jackson, Tiago e Moisés; Luiz Antônio, Juninho e Renato Cajá; Allano, Edigar Junio e Hernane.

Mudança crucial

Para Renato Cajá, um dos contratados que entraram no time no decorrer da Série B, as mudanças no elenco e a adaptação ao estilo de Guto têm sido fundamentais para a reviravolta na tabela.

O meia destacou a insistência do técnico nos treinamentos: "Vocês percebem no dia a dia dos treinos que a gente repete muito os fundamentos. Passamos a semana toda às vezes fazendo o mesmo treinamento. Por conta disso aí a gente lá dentro tem sentido uma diferença muito grande. Saída de bola, pressão sobre o adversário... Semana após semana a gente vê isso e quando chega no jogo o time já sabe como fazer. Com certeza o Bahia vai ser muito forte nesse segundo turno", disse.

O meia entende que o time foi muito aquém do esperado no primeiro turno - principalmente em casa. "Desde o jogo com o Londrina que a gente vem 'capengando'. Perdemos alguns jogos aqui e empatamos muito. Importante é que o time tem vontade de vencer isso aí, e acredito que chegou a hora", previu.

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