Bahia empata com Fortaleza e perde chance de fechar 1º turno no G-6

Publicado domingo, 15 de setembro de 2019 às 15:00 h | Atualizado em 21/01/2021, 00:00 | Autor: Alex Torres e Daniel Genonadio*

Apesar de contar com o apoio da sua torcida, o Bahia desperdiçou a chance de fechar o 1º turno do Brasileirão no G-6, grupo que garante vaga na Libertadores de 2020. Na tarde deste domingo, 15, em partida válida pela 19ª rodada, o Esquadrão empatou com o Fortaleza em 1 a 1, na Arena Fonte Nova. Felipe Pires abriu o placar para o time visitante e Gilberto, de pênalti, deixou tudo igual.

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Com o resultado, o Esquadrão se manteve na mesma posição da tabela, em 7º, com 31 pontos. O Leão do Pici também estacionou na 14ª colocação com 22 pontos.

Na próxima rodada, válida pela abertura do segundo turno, o Bahia vai à capital paulista no sábado, 21, enfrentar a equipe do Corinthians, na Arena Itaquera. Já o Fortaleza pega o Palmeiras, no Castelão, domingo, 16.

O jogo

Em um jogo de dois tempos completamente diferentes, o duelo de tricolores na Arena Fonte Nova chegou a passar, em um primeiro momento, que seria um jogo bastante agitado, com as equipes criando chances claras de perigo e buscando freneticamente o gol. Logo de cara, aos 8 minutos, Osvaldo puxou o contra-ataque e rolou para Felipe Pires tocar de cavadinha na saída de Douglas Friendrich e abrir o placar para os visitantes.

Quem achava que o Bahia iria se acuar na partida, se enganou. Menos de cinco minutos depois, aos 12, Artur recebeu pela direita, levou até a linha de fundo e, na hora do corte, Carlinhos tocou no pé de apoio do atacante e o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, Gilberto fuzilou a meta de Felipe Alves, chegando ao décimo gol no campeonato, atrás apenas de Gabigol. 

Com o gol de empate, começou a formatação que perdurou durante boa parte da partida. Fortaleza recuou a suas linhas, fechando os espaços, mas chamando o Bahia para cima. O grande trunfo da equipe cearense era nos contra-ataques, aproveitando a defesa alta do Esquadrão para chegar com perigo na meta de Douglas Friendrich. 

Em uma dessas subidas do Leão do Pici, aos 26, Romarinho recebeu na intermediária, viu o arqueiro do Esquadrão mais avançado e resolveu arriscar. Porém, o goleiro conseguiu se recuperar a tempo para tirar de pontinha de dedo. Na sequência do lance, o Tricolor baiano conseguiu pegar a defesa do Fortaleza desarrumada, mas Artur errou o último passe.

Com o desenrolar da primeira etapa, o time baiano foi perdendo um pouco do impeto ofensivo e viu o Tricolor cearense começar a esboçar, mesmo que sutil, uma reação. Com isso, os papéis se inverteram. Se o Fortaleza subia, quem puxava o contra-ataque era o Bahia. Assim, Gilberto protagonizou a lambança da primeira etapa, após jogada em velocidade de Artur que rolou para o centroavante furar a bola em um lance bisonho.

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Para a segunda etapa, Roger Machado sacou Lucca, que pouco produziu na partida, para a entrada de Élber. A entrada do atacante deu mais mobilidade ao setor ofensivo do Esquadrão que, logo na primeira participação, tabelou com Gilberto mas finalizou sem perigo para a meta de Felipe Alves.

Em nova trama, aos 11, Élber aparece novamente para cruzar pela esquerda, mas Artur não apareceu a tempo para empurrar ao gol e desempatar a partida. Ao perceber o avanço do Tricolor baiano, o Fortaleza começou a abusar das ceras dentro de campo, querendo fazer o tempo passar mais rápido. 

Mesmo com a postura defensiva, o Leão do Pici ainda conseguia aproveitar algumas brexas deixadas pela zaga do Esquadrão. Em contra-ataque, a equipe cearense subiu com boa troca de passes e a bola chegou até Edinho que arriscou de fora, muito próximo ao gol de Douglas. 

O Bahia criava jogadas mas não assustava. Com isso, o jogo, que na segunda etapa já estava morno, foi perdendo ainda mais emoção. Ao final do duelo, aos 47, ainda deu tempo de Jackson cobrar uma falta próxima à meta do Tricolor baiano. 

*Sob a supervisão do editor Nelson Luis

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