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PAIXÃO TRICOLOR

Torcedores do Bahia curtem a exposição Esquadrão Eterno

O Portal A TARDE ouviu tricolores que falaram da emoção de reviver a conquista de 88

Beatriz Amorim e Marcelo Góis
Por Beatriz Amorim e Marcelo Góis

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Felipe de 14 anos e seu pai Rõmulo durante a exposição Esquadrão Eterno
Felipe de 14 anos e seu pai Rõmulo durante a exposição Esquadrão Eterno -

A fiel torcida tricolor marcou presença na exposição Esquadrão Eterno, que celebra os 35 anos da conquista do bicampeonato brasileiro pelo Bahia, quando superou o Internacional, em Porto Alegre. O evento foi inaugurado na noite desta quinta-feira, 29, no museu do clube, na Arena Fonte Nova. Gerações de apaixonados torcedores falaram com o Portal A TARDE.

O torcedor Rômulo, de 46 anos, tinha 11 quando o Bahia conquistou o segundo título nacional. Contemporâneo do feito, ele elogiou a experiência de reviver a história do clube.

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"Muito bacana. Acho que é uma experiência incrível, principalmente pra mim que consegui viver isso. Tinha 11 anos na época. Lembro bem do jogo do Bahia e Fluminense na semifinal, aquele jogo com 110 mil pessoas na Fonte Nova. Eu estava aqui. Muito bom relembrar e conseguir ver esses ídolos agora, 35 anos depois aqui, é maravilhoso. É uma sensação incrível", comentou.

Celso, torcedor de 26 anos, fala que ao fazer a linha do tempo de toda a campanha, aumentou as expectativas em ver o clube sendo campeão nacional novamente.

"Primeiro o coração fica sem dúvidas ansioso, acho que é o que define, porque a gente vem querendo ou não, eu já peguei a geração de 2006, 2007, 2008, eu lembro que eu acompanhava através do Radinho naquela época e eu cresci sem referências na minha família de ser Bahia, apenas pelo meu avô que tem a mesma idade do Bahia. Então a ansiedade toma conta por ver um título. Depois de vinte e poucos anos e ainda não vi um título de expressão, um título nacional do Bahia. E a ansiedade toma conta. Entendo hoje que a construção cada vez mais do time é mais forte e a gente espera que isso aconteça o quanto antes", disse.

Aos 18 anos, Pedro celebra o fato de poder entender a história escrita pelo clube azul, vermelho e branco. Ele crê que o feito pavimenta o caminho para novas conquistas.

"A sensação de relembrar um título é poder ter a liberdade de conhecer algo que você não viu. É um pouco de tangibilização de você fazer e entender um pouco mais da história do seu time, de algo que você não pôde participar. A iniciativa de ter o museu inclusive é fundamental para que a gente possa entender o passado para poder construir o futuro."

Já Pedro, de 22 anos, torcedor apaixonado pelo Esquadrão, ficou feliz ao ver o pai emocionado ao ter contato com os ídolos de 88. Ele relata que o Bahia representa mais que um clube de futebol.

"Essa é uma sensação muito boa, não só em relação a ver os jogadores, mas também de felicidade poder trazer meu pai aqui. Ele poder rever os jogadores com quem assistiu o título, fico muito feliz, porque Bahia pra mim, além do meu time, também é uma conexão muito grande com o meu pai. Muito família pra mim. Então, o Bahia pra mim é tudo".

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