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Fifa abre processo contra jogador do Pachuca acusado de racismo

Rüdiger, zagueiro do Real Madrid, acusou Gustavo Cabral de proferir ofensas racistas em campo

Marina Branco
Por Marina Branco
Rüdiger e Gustavo Cabral em embate na Copa do Mundo de Clubes da Fifa
Rüdiger e Gustavo Cabral em embate na Copa do Mundo de Clubes da Fifa -

O caso de racismo registrado na partida entre Real Madrid e Pachuca pela segunda rodada da Copa do Mundo de Clubes ganha novos desdobramentos a cada dia. Nesta terça-feira, 24, o Comitê Disciplinar da Fifa abriu um processo contra o argentino Gustavo Cabral, jogador acusado.

"Após uma avaliação dos relatórios da partida, o Comitê Disciplinar da Fifa abriu um processo contra o jogador do CF Pachuca Gustavo Cabral em relação ao incidente envolvendo ele e Antonio Rüdiger, do Real Madrid, durante a partida da Copa do Mundo de Clubes da Fifa disputada em Charlotte em 22 de junho", afirmou a entidade.

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O processo registra a acusação do zagueiro alemão Rüdiger de que o atleta do clube mexicano o teria chamado de "negro de m*" após tê-lo atingido com uma braçada no rosto e ter recebido reclamações do madridista depois de se levantar. Gustavo, por outro lado, afirma que a frase dita foi "cagão de m*", não configurando ofensa racista.

Durante a discussão, Rüdiger reclamou com o árbitro brasileiro Ramon Abatti Abel, que fez o gesto que aciona o protocolo de denúncia de racismo, cruzando os braços no meio do campo. O jogo continuou sem marcação de falta, mas o caso começou a ser investigado desde então.

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FIFA Mundial de clubes racismo

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