DISPUTA ACIRRADA
Camisa 9 da Seleção preocupa? Confira quem pode estar na Copa do Mundo
A menos de seis meses do torneio, nome ideal para a posição segue indefinido

Ainda sem um nome definido para vestir a camisa 9 do Brasil na Copa do Mundo, o italiano Carlo Ancelotti pode ter dor de cabeça na hora de escolher os atletas que representarão a Seleção Brasileira nos Estados Unidos, em junho, quando acontecerá o torneio.
Por conta de um ciclo marcado por instabilidade dentro e fora de campo, que culminou na pior campanha da história da Seleção nas Eliminatórias, poucos atletas conseguiram se firmar no grupo tido como ideal, diferentemente do que aconteceu no ciclo para a Copa do Mundo de 2022, disputada sob o comando do brasileiro Tite.
Nomes à disposição
Até então, Ancelotti tem optado por mesclar a experiência de jogadores que estiveram na última edição do Mundial, como Richarlison, com atacantes mais jovens e que ainda não tiveram a experiência de disputar uma Copa do Mundo, como Igor Jesus, João Pedro, Matheus Cunha, Vitor Roque e Kaio Jorge.
A vaga ainda pode ser disputada por atletas que nunca foram chamados por Ancelotti, mas que já tiveram experiências na Seleção, como Endrick, Evanilson e Yuri Alberto, além de Gabriel Jesus e Pedro, que foram convocados neste ciclo e estiveram no Mundial em 2022.
Também há jogadores que vêm em grande fase e nunca foram convocados, apesar de pedidos constantes nas redes sociais: Igor Thiago, que defende o Brentford, da Inglaterra, e é atual vice-artilheiro do Campeonato Inglês; Marcos Leonardo, revelado pelo Santos e que atualmente defende o Al-Hilal, da Árabia Saudita; Rayan, revelado pelo Vasco e que acabou de chegar ao Bournemouth, da Inglaterra.
O que deve ser feito
A menos de seis meses da Copa do Mundo, não é comum que existam tantos nomes na disputa pela vaga, o que - de certa forma - realmente não se traduz para a realidade.
Ao considerar talento, desempenho, projeção e as preferências do treinador italiano, se observa que somente três ou quatro nomes podem estar verdadeiramente no radar: João Pedro, Richarlison, Matheus Cunha e Endrick.
Enquanto os dois primeiros se alternam como os preferidos do treinador na posição, Cunha surge como uma opção de atacante móvel que consegue jogar fora da área, quase como um camisa 10, e combinar jogadas com as outras estrelas da Seleção Brasileira, como Raphinha, Rodrygo, Vinicius Júnior, além do jovem e talentoso Estevão.
Endrick, por sua vez, surge mais como uma expectativa dos torcedores do que como uma realidade para a Copa do Mundo de 2026, já que ainda não foi testado sob o comando de Ancelotti na Seleção, apesar de já ter trabalhado com o treinador no Real Madrid entre 2024 e 2025, tendo pouco espaço devido à disputa de posição com o francês Kylian Mbappé.
No entanto, é evidente que o atacante revelado pelo Palmeiras é um dos nomes mais talentosos da nova geração e pode representar a Seleção em outras Copas do Mundo, o que também levanta o debate se levá-lo já neste ano não poderia facilitar a adaptação dele aos torneios seguintes.
Além desses quatro, quem corre por fora e pode furar a fila é Igor Thiago, que surge como uma alternativa para ser um 9 de referência que possa incomodar os defensores adversários e disputar bolas dentro da área. No entanto, o grande ponto a favor do jogador é a boa fase, que já lhe rendeu o recorde de brasileiro com mais gols em uma única edição do Campeonato Inglês (16).
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