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Justiça americana libera Marin por risco de contaminação por coronavírus

Da Redação, com informações do UOL Esportes
Por Da Redação, com informações do UOL Esportes
José Maria Marin foi sentenciado em 2018 a quatro anos de prisão | Foto: Don Emmert | AFP
José Maria Marin foi sentenciado em 2018 a quatro anos de prisão | Foto: Don Emmert | AFP - Foto: Don Emmert | AFP

Por receio de contrair coronavírus, o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, foi liberado nesta segunda-feira, 30, da prisão aonde estava, nos Estados Unidos. O pedido foi aceito pela juíza distrital Pamela Chen, do Brooklyn, em Nova York.

De acordo com o UOL Esportes, um dos advogados de defesa do Cartola confirmou a informação. "Acabou de sair a publicação. A sentença foi alterada para considerar foi alterada para considerar a pena cumprida", afirmou Júlio Barbosa.

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Apesar da decisão, o ex-presidente da CBF ainda não tem a data de soltura confirmada. "Temos que completar alguns procedimentos burocráticos, mas espero que isto se resolva logo", completou o advogado.

Além do pedido em 'caráter de urgência', a defesa de Marin ainda fez uma solicitação de redução da pena, alegando a idade avançada do réu. Atualmente, o cartola tem 87 anos e cumpre pena em uma prisão federal, localizada em Allenwood, no estado da Pensilvânia.

Ainda segundo o Uol, Os procuradores do caso concordaram com a redução e o imediato encerramento da pena. Chen considerou que já foi registrado o cumprimento de 80% da sentença. Ainda restavam nove meses de cumprimento da prisão para Marin.

Entenda o caso

José Maria Marin foi sentenciado em 2018 a quatro anos de prisão pelos crimes cometidos enquanto era presidente da CBF. As acusações incluíram lavagem de dinheiro, organização criminosa e fraude bancária. Na ocasião, a juíza do caso foi justamente Pamela Chen.

O mandato do ex-presidente na entidade nacional de futebol aconteceu entre 2012 e 2015. No entanto, durante sua gestão, ele foi preso na Suíça e depois extraditado para os Estados Unidos. Por consequência, Marin foi banido do futebol pela Fifa no ano passado.

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