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Brasil, Argentina e México contra ameaça espanhola no futebol masculino em Tóquio

Publicado terça-feira, 20 de julho de 2021 às 11:21 h | Atualizado em 20/07/2021, 11:31 | Autor: AFP
Richalison, do grupo principal da Seleção Brasileira, pediu para atuar nas Olimpíadas | Foto: Lucas Figueiredo | CBF
Richalison, do grupo principal da Seleção Brasileira, pediu para atuar nas Olimpíadas | Foto: Lucas Figueiredo | CBF -
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A Espanha, que se classificou para os Jogos de Tóquio 2020 como campeã europeia Sub-21, chega ao Japão com um elenco que conta com seis jogadores que disputaram a recente edição da Eurocopa-2020 e três grandes reforços, surgindo assim como principal adversária do atual campeão olímpico Brasil e dos sempre candidatos ao ouro Argentina e México.

A seleção espanhola, dirigida por Luis de la Fuente, terá em campo Unai Simón (Atlético de Madrid), Eric García (Barcelona), Pau Torres (Villarreal), Pedri (Barcelona), Dani Olmo (Leipzig) e Mikel Oyarzabal (Real Sociedad), que chegaram há poucos dias às semifinais da Eurocopa, sendo eliminados nos pênaltis pela Itália, campeã do torneio continental.

Além disso, a equipe medalhista de ouro em Barcelona-1992 acrescentou como reforços o atacante Marco Asensio e o meia Dani Ceballos, ambos do Real Madrid e com mais de 24 anos. No papel, uma equipe bem forte.

Mas os espanhóis têm pela frente no Grupo C a Argentina, bicampeã olímpica em Atenas-2004 e Pequim-2008, em um duelo que promete fortes emoções. Austrália e Egito completam a chave.

A equipe argenita dirigida por Fernando Batista, irmão de Sergio, campeão mundial em 1986 e também ouro olímpico como treinador em Pequim-2008, chega credenciada pela conquista do Pré-Olímpico na Colômbia, com um elenco jovem muito bem trabalhado, mas sem titulares veteranos importantes: apenas o goleiro Jeremías Ledesma (do espanhol Cádiz), já que o atacante Lucas Alario (do alemão Bayer Leverkusen) foi cortado nos últimos dias devido a uma lesão muscular.

Brasil sob o comando de Daniel Alves

Tendo como capitão Daniel Alves, o Brasil vai defender a medalha de ouro no torneio, que acontecerá de 22 de julho a 7 de agosto, após conquistar em 2016 o único título que faltava em sua história.

O elenco comandado pelo técnico André Jardine tem muito potencial para repetir o feito das Olimpíadas realizadas em casa, com um elenco que reúne muitos jovens que atuam na elite do futebol europeu.

Mas na estreia no Japão, pelo Grupo D, os brasileiros vão reencontrar uma velha conhecida: a Alemanha, equipe que ficou com a medalha de prata no Rio de Janeiro. Os outros rivais serão a Costa do Marfim, reforçada com três jogadores veteranos que atuam na Europa, e a Arábia Saudita.

Mexicanos encaram a França

O México, vencedor da medalha de ouro em Londres-2012, vai estrear contra a perigosa França, apostando na experiência de 'Memo' Ochoa, de 35 anos. Esse duelo parece decisivo para os rumos da classificação, já que ambos terão que enfrentar o Japão, anfitriões do evento, e a menos poderosa África do Sul, pelo Grupo A.

Honduras sonha repetir feito do Rio

A seleção de Honduras, quarto colocada nas Olimpíadas de 2016, está animada para igualar a marca histórica conquistada em solo brasileiro, sua melhor participação nas quatro apresentações anteriores nos Jogos Olímpicos, depois de chegar às quartas de final de Londres. A equipe a cargo do técnico uruguaio Miguel Falero terá pela frente no Grupo B a Romênia, Nova Zelândia e Coreia do Sul.

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