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PF prende boliviana investigada por acidente da Chapecoense

AFP

Por AFP

24/09/2021 - 16:47 h
A mulher, que não foi identificada pelas autoridades, é foragida da justiça boliviana | Foto: Raul Arboleda | AFP
A mulher, que não foi identificada pelas autoridades, é foragida da justiça boliviana | Foto: Raul Arboleda | AFP -

A Polícia Federal informou nesta sexta-feira ,24, a prisão de uma boliviana investigada pela queda do avião da Chapecoense em 2016, na qual 71 pessoas morreram.

A mulher, que não foi identificada pelas autoridades, é foragida da justiça boliviana, que a a procura por supostamente ter aprovado o plano de voo da Chapecoense sem os requisitos "mínimos" de segurança, informou a PF em nota.

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"A boliviana era especialista em segurança de voo e, na ocasião, teria deixado, fraudulentamente, de observar os requisitos procedimentais mínimos para a aprovação do plano de voo da aeronave, eis que no programa apresentado a autonomia de voo não era adequada para a viagem", explicou.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, trata-se de Célia Castedo Monasterio, que foi presa na quinta-feira (23) em Corumbá, no Mato Grosso do Sul.

Castedo permanecerá detida enquanto aguarda os trâmites legais para ser entregue às autoridades de seu país.

A tragédia aérea de 28 de novembro de 2016 dizimou a Chapecoense. O acidente ocorreu quando a aeronave, que saiu de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, estava perto de pousar no aeroporto internacional que atende a cidade colombiana de Medellín, onde a equipe deveria disputar a final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional.

Das 77 pessoas a bordo, 71 morreram, incluindo 19 jogadores da Chapecoense e 14 da comissão técnica.

Após a catástrofe, a Chape foi declarada campeã do torneio continental. O clube conseguiu se reconstruir e ficar mais dois anos na Série A do Brasileirão, mas em 2019 caiu em meio a contratações que não se concretizaram e constantes trocas de treinador, além de problemas financeiros devido à queda no número de sócios e indenizações às famílias das vítimas do acidente.

Desde que chegou à primeira divisão, em 2014, a Chapecoense foi considerada um exemplo de gestão e administração, embora a situação tenha mudado após o acidente, no qual também faleceu seu presidente Sandro Pallaoro, principal arquiteto dessa trajetória.

O time voltou à série A este ano.

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