ESPORTES
Profissão de risco no Leão

Por Moysés Suzart
Eles não mexem com produtos químicos, não limpam jaula de animais selvagens, tampouco são dublês de filme policial. Mas a qualquer momento os jogadores do Vitória podem ver seus empregos por um fio, como em qualquer trabalho de risco.
Não se aplicou na política do “custo-benefício”? É o bastante para um atleta rubro-negro ter seu emprego limado pelas garras da diretoria e comissão técnica do Leão. Segundo o presidente do clube, Jorge Sampaio, a necessidade de enxugar a folha salarial do clube levou a uma maior exigência no rendimento de cada jogador.
Desde o início do campeonato, sete atletas foram dispensados ou emprestados, todos considerados importantes para a equipe na temporada 2007. A decisão sempre foi depois de conversas entre o técnico Givanildo Oliveira e a diretoria.
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