MUNDO
Aluguéis passam de R$ 30 mil para hospedagem na Copa do Mundo
Preços sobem cada vez mais à medida que o torneio mundial se aproxima

A Copa do Mundo FIFA 2026 promete movimentar bilhões e transformar o mercado imobiliário nos países-sede, Estados Unidos, México e Canadá. Entre os maiores beneficiados estão proprietários que alugam imóveis por temporada, especialmente nos EUA.
Com a expectativa de milhões de visitantes, os preços de hospedagem já dispararam — tanto em plataformas como Airbnb quanto em hotéis.
Proprietários podem faturar alto com aluguéis
Segundo gestores do setor, imóveis de luxo podem gerar receitas expressivas durante o torneio. Há estimativas de ganhos que chegam a US$ 240 mil no período entre junho e julho.
Em algumas regiões, os proprietários já estão triplicando os preços para aproveitar a alta demanda. Em Princeton, por exemplo, uma casa anunciada no Airbnb chega a cerca de US$ 6 mil por noite, aproximadamente R$ 31.500 na conversão atual, mesmo estando a mais de uma hora do MetLife Stadium.
Alta nos preços remodela o mercado
O aumento da procura está mudando o comportamento do mercado nas cidades-sede. Dados da AirDNA mostram crescimento expressivo na ocupação de imóveis de curto prazo em regiões próximas aos jogos.
Cidades como Montclair, Newark e Jersey City registraram forte alta na demanda, indicando que o impacto vai além dos grandes centros.
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Hotéis podem ficar até 300% mais caros
Além dos aluguéis, o setor hoteleiro também deve sentir os efeitos da Copa. Estimativas indicam que as tarifas podem subir até 300% durante os jogos de abertura, tornando a viagem ainda mais cara para torcedores.
Esse cenário tem levado muitos visitantes a buscar alternativas mais econômicas, como:
- bairros periféricos
- cidades vizinhas
- hospedagens compartilhadas
Torcedores enfrentam custos elevados
Para quem pretende assistir aos jogos, o custo total da viagem pode ser alto. Os ingressos da FIFA variam bastante e seguem modelo de preços dinâmicos.
- valores iniciais: cerca de US$ 60 (R$ 315,32);
- ingressos premium: até US$ 6.730 (R$ 35.368);
- mercado secundário: final pode ultrapassar US$ 50 mil (R$ 261.850,00).
Diante disso, muitos torcedores já desistiram da viagem ou estão buscando alternativas mais acessíveis.
Cidades secundárias ganham destaque
Com os altos preços nas principais cidades, destinos alternativos começam a ganhar espaço. Dados da Expedia Group apontam aumento nas buscas por locais como:
- Kansas City
- Dallas
- Houston
Essas cidades tendem a oferecer opções mais baratas, embora também estejam registrando aumento na demanda.
Expectativa de lucros recordes
Para investidores imobiliários, o evento representa uma oportunidade única. Proprietários esperam faturar muito acima da média histórica durante o período.
Enquanto isso, para os torcedores, o cenário é o oposto: acompanhar a Copa do Mundo de perto exigirá planejamento financeiro e busca por alternativas para reduzir custos.
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