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Brasil desaba 11 posições no ranking mundial de felicidade

Levantamento da WHR é uma iniciativa da Organização das Nações Unidas

Da Redação
Por Da Redação
| Atualizada em
No último balanço, país estava em 38º lugar e agora aparece 49º
No último balanço, país estava em 38º lugar e agora aparece 49º - Foto: Divulgação | AFP

O Brasil está em uma queda livre no ranking mundial de felicidade. O relatório foi divulgado nesta segunda-feira, 20, pela WHR (World Happiness Report), iniciativa da ONU (Organização das Nações Unidas), que é publicado todo ano com a pontuação de 140 países.

Segundo o levantamento, o país caiu 11 posições no ranking 2023, que é referente ao triênio entre 2020 a 2022. No ano de 2022, quando os dados referentes aos anos de 2019 e 2021 foram considerados, o Brasil ocupava a 38ª posição e, agora, aparece na lista em 49º lugar.

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Em 2020, equivalente aos dados de 2017 e 2019, o país estava na 29º posição. Já no ano de 2015, o Brasil ocupou a posição mais alta, ficando como o 16º país mais feliz do mundo.

O Relatório Mundial de Felicidade tem a medição baseada em sete indicadores principais. A principal delas é a avaliação de vida feita anualmente pelo Gallup. O instituto pergunta aos pesquisados qual nota, entre 0 a 10, eles dariam à sua vida.

Dados dos países dos pesquisados também entram na equação. São eles: PIB per capita, expectativa de vida saudável, liberdade, generosidade, apoio social e percepção de corrupção.

Em primeiro lugar no ranking, pela sexta vez seguida, aparece a Finlândia, seguida pela Dinamarca e Islândia, que também mantiveram as posições da pesquisa anterior.

A novidade entre as primeiras colocações está Israel, que subiu da nona para a quarta colocação. Os seis demais países se mantêm no top 10, com algumas trocas de lugar: Holanda, Suécia, Noruega, Suíça, Luxemburgo e Nova Zelândia.

Nas posições finais estão diversos países africanos, como Serra Leoa (135º), Zimbábue (134º) e Botsuana (132º), ainda que as duas posições mais baixas venham do Oriente Médio e adjacências: Líbano (136º) e Afeganistão (137º). Ambos os países mantiveram a lanterna que já estavam no ano anterior.

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